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Língua Portuguesa – Fake News e a investigação

Esta proposta de atividade de Língua Portuguesa – Fake News e a investigação é destinada aos estudantes da 6ª Série da Educação de Jovens e Adultos – EJA.

Fake news

   Nos últimos anos a expressão de origem inglesa Fake news ganhou força e notoriedade, também conhecida  como notícias falsas, as Fake news tomaram o gosto popular, pois qualquer pessoa pode produzir ou fabricar uma notícia falsa e causar um grande estrago social. De forma espontânea ler uma fake news é como ler uma mentira, seus dados não tem validade e suas informações são fruto de grandiosa especulação.   Alguns historiadores comentam que esse hábito de espalhar notícias falsas já existe há muito tempo. E algumas difamações já destruíram impérios e assassinaram inocentes. Portanto as fake news são um veneno mortífero diante do povo. O conceito de Pós-verdade foi  usado pela primeira vez pelo dramaturgo sérvio-americano Steve Tesich, em 1992. Foi empregado para se referir a  fatos objetivos que têm menos influência em moldar a opinião pública, portanto é mais fácil crer em histórias inventadas do que em dados reais pautados pela credibilidade da ciência. No ano de 2016 o termo ganhou popularidade com as eleições presidenciais nos EUA.  Neste ano, inúmeros conteúdos falsos foram disparados e de uma forma geral favoreceram a eleição do ex-presidente Donald Trump. As Fake News, em sua maioria, também são parte da estratégia das equipes especializadas nesse serviço, e os contratantes deste serviço mentiroso investem caro no sigilo evitando pistas e dificultando a investigação.

Como combater as feke news?

    O primeiro passo é  buscar fontes de notícias com maior credibilidade, que estejam vinculadas geralmente por grandes portais de notícias, embora outros portais menores também estejam construindo um excelente jornalismo e possuam grande confiança. Checagem das fontes e dados é fundamental para sanar qualquer equívoco ou conteúdo enganoso.


QUESTÃO 1

Sabendo que as fake  news são um conteúdo nocivo, fruto da desinformação. Comente aqui suas experiências com as notícias falsas. Você já foi vítima de um conteúdo falso? Como você reagiu após a descoberta desta informação enganosa?


QUESTÃO 2

Durante a pandemia de Covid 19, muitas notícias falsas foram disparadas, em especial sobre o uso de medicamentos ou remédios caseiros. Em sua opinião, o que mais fortaleceu este tipo de conteúdo:  o período de isolamento ou as redes sociais?

Fonte: Flickr. Disponível em: < https://www.flickr.com/photos/agenciasenado/48649531416>. Acesso em: 20 de junho de 2022.

QUESTÃO 3

As fake news são extremamente prejudiciais para a educação e para a ciência. Com base nesta afirmação, responda: Por que as pessoas compartilham fake news?

Fonte: Ccnull.de. Disponível em: <https://ccnull.de/foto/fake-news-under-magnifying-glass/1084705>. Acesso em: 20 de junho de 2022.

SAIBA MAIS

Com a intenção de abordar o assunto: fake news e a investigação , assista ao vídeo que menciona algumas situações curiosas que envolvem as fake news e a verdade dos fatos.

Canal regina cácia “Fake news e a investigação”. Disponível: <https://www.youtube.com/watch?v=WAeuvGcTErg>. Acesso em: 20 jun 2022

Acesse os materiais referentes a essa atividade clicando aqui: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/propostas_didaticas/propostas-didaticas-lingua-portuguesa-eja-6a-serie/


Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento: (EAJALP0630) Redigir propostas editoriais sensacionalista e investigativa. (EAJALP0631) Escrever textos com hiperlinks. (EAJALP0632) Produzir peças publicitárias.      
  Referencial teórico BRANDÃO, Elizabeth Pazito. Da ciência ao mercado, a informação em tempo  real. Tese de doutorado. UNB, p.38, 1999.

CARVALHO, Luís Grandinetti. Liberdade de Informação e o Direito Difuso À  Informação Verdadeira. Renovar: 1997.

BOBBIO, Norberto. A era dos Direitos. Turim, Itália: 1992. Trad. Carlos Nelson  Coutinho. São Paulo: Ed. Campus, 1990.