{"id":132701,"date":"2021-10-14T15:13:35","date_gmt":"2021-10-14T18:13:35","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=ensino_fundamental&#038;p=132701"},"modified":"2021-12-22T11:46:03","modified_gmt":"2021-12-22T13:46:03","slug":"lingua-portuguesa-leitura-de-conto-goiano-ninho-de-periquitos","status":"publish","type":"ensino_fundamental","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/ensino_fundamental\/lingua-portuguesa-leitura-de-conto-goiano-ninho-de-periquitos\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa &#8211; Leitura de conto goiano: Ninho de periquitos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Ol\u00e1, estudante! Esta videoaula de L\u00edngua Portuguesa para o&nbsp;<strong>7\u00ba ano do Ensino Fundamental<\/strong>&nbsp;foi veiculada na TV no dia&nbsp;<strong>28\/09\/2021 (ter\u00e7a-feira)<\/strong>. Aqui no Portal Conex\u00e3o Escola, ela est\u00e1 dispon\u00edvel juntamente com a proposta de atividade.  <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-1-e1634234406830.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-132702\" width=\"812\" height=\"542\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-1-e1634234406830.jpg 668w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-1-e1634234406830-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 812px) 100vw, 812px\" \/><figcaption>Dispon\u00edvel em: https:\/\/pixabay.com\/images\/id-4653371\/ <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">O conto \u00e9 um g\u00eanero que surgiu na tradi\u00e7\u00e3o popular, pela oralidade, e foi sendo solidificado no decorrer dos s\u00e9culos. Cada povo tem uma maneira particular de contar hist\u00f3rias de sua gente. Isso \u00e9 importante para que a cultura de uma regi\u00e3o seja eternizada por meio de grandes narrativas. Neste estudo, voc\u00ea ter\u00e1 a oportunidade de ler um conto goiano e realizar an\u00e1lises sobre ele. Bons estudos!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Assista \u00e0 videoaula do professor Marlon Santos com esta tem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Portugu\u00eas - 7\u00ba Ano - Ens. Fundamental - Aula 7\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/jHqhvFdJnvw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Portugu\u00eas &#8211; 7\u00ba Ano &#8211; Ens. Fundamental &#8211; Aula 7<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Nesta aula, voc\u00ea ter\u00e1 a oportunidade de ler um conto goiano, isto \u00e9, escrito por um autor do nosso estado, promovendo um pouco mais da nossa heran\u00e7a cultural. A partir da leitura, procure refletir sobre o assunto do texto, suas caracter\u00edsticas e onde ele circula.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Leia, a seguir, uma breve biografia sobre o escritor Hugo de Carvalho Ramos. Na sequ\u00eancia, voc\u00ea ler\u00e1 um conto desse autor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-light-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><strong>Hugo de Carvalho Ramos<\/strong> nasceu em 21 de maio de 1895, em Vila Boa de Goi\u00e1s, que hoje recebe o nome de Cidade de Goi\u00e1s. Ele iniciou seus estudos na cidade natal e depois foi para o Rio de Janeiro, onde, em 1916, matriculou-se na Faculdade de Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais. Em 1917, publicou o livro de contos chamado&nbsp;\u201c<strong>Tropas e Boiadas<\/strong>\u201d, que at\u00e9 hoje permanece como uma das obras goianas mais festejadas e estudadas nas faculdades e escolas. Em 1921, aos 25 anos de idade, faleceu na cidade do Rio de Janeiro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Leia, agora, o conto a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><strong>Ninho de periquitos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Abrandando a can\u00edcula pelo virar da tarde, Domingos abandonou a rede de embira onde se entretinha arranhando uns respontos na viola, ap\u00f3s farta cuia de jacuba de farinha de milho e rapadura que bebera em sil\u00eancio, \u00e0s largas colheradas, e saiu ao terreiro, onde demorou a afiar numa pedra pi\u00e7arra o corte da foice.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Era pelo domingo, v\u00e9speras quase da colheita. O milharal estendia-se al\u00e9m, na baixada das velhas terras devolutas, amarelecido j\u00e1 pela quebra, que realizara dias antes, e o veranico, que andava duro na quinzena.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Enquanto amolava o ferro, no prop\u00f3sito de ir picar uns galhos de coivara no fundo do plantio para o fogo da cozinha, o Janj\u00e3o rondava em torno, rebolando na terra, olho agu\u00e7ado para o trabalho paterno: n\u00e3o se esquecesse, o pap\u00e1, dos filhotes de periquitos, que ficavam l\u00e1 no fundo do grot\u00e3o, entre as macegas espinhosas de mal\u00edcia, num cupim velho do p\u00e9 da maria-preta. N\u00e3o esquecesse\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O roceiro andou l\u00e1 pelos fundos da ro\u00e7a, a colher uns pepinos tempor\u00f5es; foi ao paiol de palha d\u2019arroz, mais uma vez avaliando com a vista se possu\u00eda capacidade precisa para a rica colheita do ano; e, tendo ajuntado os gravetos e uns cernes da coivara, amarrava o feixe e ia j\u00e1 a recolher caminho de casa, quando se lembrou do pedido do pequeno. Ora, deixassem l\u00e1 em paz os passarinhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Mas aquele dia assentava o Janj\u00e3o a sua primeira dezena tristonha de anos; e pois, n\u00e3o valia por t\u00e3o pouco amu\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O caipira pousou a bra\u00e7ada de lenha encostada \u00e0 cerca do ro\u00e7ado; passou a perna por cima, e pulando do outro lado, as alpercatas de couro cru a pisar forte o espinharal ressequido que estralejava, entranhou-se pelo grot\u00e3o \u2014 nesses dias sem pinga d\u2019\u00e1gua \u2014 galgou a barroca fronteira e endireitou rumo da maria-preta, que abria ao morma\u00e7o crepuscular da tarde a galharada esguia, toda tostada desde a \u00e9poca da queima pelas lufadas de fogo que subiam da malhada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ali mesmo, na bifurca\u00e7\u00e3o do tronco, assentada sobre a forquilha da \u00e1rvore, \u00e0 altura do peito, escancarava a boca negra para o nascente a casa abandonada dos cupins, onde um casal de periquitos fizera ninho essa esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O lavrador al\u00e7ou com cautela a destra calosa, rebuscando l\u00e1 por dentro os dois borrachos. Mas tirou-a num repente, surpreendido. \u00c9 que uma picadela incisiva, dolorosa, rasgara-lhe por dois pontos, vivamente, a palma da m\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">E, enquanto olhava admirado, uma cabe\u00e7a disforme, oblonga, encimada a testa duma cruz, aparecia \u00e0 aberta do cupinzeiro, fitando-lhe, persistentes, os olhinhos redondos, onde uma chispa m\u00e1 luzia, malignamente\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O matuto sentiu uma frialdade mortu\u00e1ria percorrendo-o ao longo da espinha. Era uma urutu, a terr\u00edvel urutu do sert\u00e3o, para a qual a mezinha dom\u00e9stica nem a dos campos possu\u00edam salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Perdido\u2026 completamente perdido\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O r\u00e9ptil, mostrando a l\u00edngua b\u00edfida, chispando as pupilas em c\u00f3lera, a fit\u00e1-lo amea\u00e7ador, preparava-se para novo ataque ao importuno que viera arranc\u00e1-lo da sesta; e o caboclo, voltando a si do estupor, num gesto instintivo, sacou da bainha o largo jacar\u00e9 insepar\u00e1vel, amputando-lhe a cabe\u00e7a dum golpe certeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ent\u00e3o, sem vacilar, num movimento ainda mais brusco, apoiando a m\u00e3o molesta \u00e0 casca carunchosa da \u00e1rvore, decepou-a noutro golpe, cerce quase \u00e0 juntura do pulso. E enrolando o punho mutilado na camisola de algod\u00e3o, que foi rasgando entre dentes, saiu do cerrado, calcando duro, sobranceiro e altivo, rumo de casa, como um deus selvagem e triunfante apontando da mata companheira, mas assassina, mas perfidamente trai\u00e7oeira\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background has-medium-font-size\">RAMOS, Hugo de Carvalho. Tropas e boiadas. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1965.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Agora que voc\u00ea acabou de ler esse conto de Hugo de Carvalho Ramos, pense nas seguintes quest\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background wp-block-list\" style=\"font-size:25px\"><li>Quem s\u00e3o os personagens dessa hist\u00f3ria, onde e como eles vivem?<\/li><li>Em que momento nasce o conflito da narrativa?<\/li><li>Qual \u00e9 a parte de maior tens\u00e3o nessa narrativa?<\/li><li>Como a narrativa se resolve, isto \u00e9, qual \u00e9 seu desfecho?<\/li><li>O que esse conto revela sobre o sertanejo?<\/li><li>Por que o t\u00edtulo do conto \u00e9 Ninho de Periquitos, sendo que a a\u00e7\u00e3o gira em torno do personagem Domingos?<\/li><li>Quais reflex\u00f5es voc\u00ea consegue fazer sobre essa hist\u00f3ria?<\/li><li>Voc\u00ea deve ter percebido que h\u00e1 v\u00e1rios sinais de pontua\u00e7\u00e3o no texto, como a v\u00edrgula ( , ), o ponto e v\u00edrgula ( ; ), o travess\u00e3o ( \u2013 ), as retic\u00eancias ( &#8230; ). Observe que o emprego deles reflete na entona\u00e7\u00e3o que o leitor atribui ao texto.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Neste conto, temos como personagens o lavrador Domingos e seu filho, identificado como Janj\u00e3o. Esse nome faz refer\u00eancia a uma pessoa atrapalhada, desengon\u00e7ada, devagar. Assim, de acordo com o texto, percebe-se que o garoto, que j\u00e1 completava dez anos naquele dia (\u201cMas aquele dia assentava o Janj\u00e3o a sua primeira dezena tristonha de anos; e pois, n\u00e3o valia por t\u00e3o pouco amu\u00e1-lo\u201d), ainda n\u00e3o dava conta de auxiliar o pai nas prendas di\u00e1rias. Provavelmente, naquele tempo, h\u00e1 cerca de 100 anos atr\u00e1s, era comum que as crian\u00e7as trabalhassem na ro\u00e7a, com seus pais, desde cedo&#8230;&nbsp; mas, at\u00e9 ent\u00e3o, o garoto dessa hist\u00f3ria n\u00e3o. \u00c9 percept\u00edvel que eles vivem no campo, na zona rural, pois h\u00e1 um milharal al\u00e9m do quintal da casa. Naquela tarde de domingo, perto do hor\u00e1rio do sol se p\u00f4r, o pai iria buscar madeira para usar no fog\u00e3o a lenha da cozinha.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Como naquele domingo o menino fazia anivers\u00e1rio, seu pai achou de bom tom agradar o filho realizando seu pedido: pegar o ninho de periquitos que estava no grot\u00e3o, ou seja, numa parte com um buraco mais largo e bastante mato em um terreno. Contudo, na parte de maior tens\u00e3o da narrativa, temos o pai sendo picado por uma cobra, uma urutu do sert\u00e3o, ao pegar o ninho de periquitos em uma forquilha da \u00e1rvore (a forquilha \u00e9 um galho da \u00e1rvore em formato de Y, um lugar propenso para ninhos serem formados). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Voc\u00ea sabia que a urutu \u00e9 uma cobra que possui o veneno mais t\u00f3xico dentre as jararacas? Ou seja, seu veneno \u00e9 altamente letal. Por isso que, uma pessoa ao ser picada por essa cobra em um lugar de dif\u00edcil acesso, para sobreviver, pode encontrar uma chance na amputa\u00e7\u00e3o do membro picado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O personagem Domingos, em pouqu\u00edssimo tempo, teve a coragem para matar a cobra em um golpe certeiro e amputar sua m\u00e3o para n\u00e3o morrer pela picada da cobra. Esse \u00e9 o desfecho da hist\u00f3ria, que, dentre tantas coisas, mostra a for\u00e7a do sertanejo que n\u00e3o teve d\u00favida ou medo antes de tomar a decis\u00e3o dif\u00edcil de cortar sua m\u00e3o. Nem todo mundo teria essa coragem, n\u00e3o \u00e9 verdade?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O conto recebe o nome de \u201cNinho de periquitos\u201d porque o que motiva toda a a\u00e7\u00e3o dram\u00e1tica da hist\u00f3ria \u00e9 justamente o pedido do filho ao pai. Provavelmente, se ele n\u00e3o tivesse feito esse pedido, o pai n\u00e3o teria sido picado. Contudo, se esses fatos n\u00e3o tivessem ocorrido na narrativa, n\u00e3o ter\u00edamos uma hist\u00f3ria t\u00e3o impactante como essa, que contribui para o acervo cultural do povo goiano.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Este conto de Hugo de Carvalho Ramos contribui para a express\u00e3o art\u00edstica do povo goiano. Pode-se perceber, a partir dele, a coragem do homem do campo, do sert\u00e3o goiano, frente aos desafios impostos em sua vida, al\u00e9m da import\u00e2ncia da sabedoria popular no cotidiano das pessoas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">No texto, alguns sinais de pontua\u00e7\u00e3o est\u00e3o sendo utilizados para promover, al\u00e9m de uma leitura com as pausas nos momentos mais apropriados, alguns efeitos. Por exemplo, o emprego das retic\u00eancias ( &#8230; ), para intensificar uma grande emo\u00e7\u00e3o, um sentimento ou sensa\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o tem nome como no trecho \u201cPerdido&#8230; completamente perdido&#8230;\u201d. Perceba que ao ler essa parte, sua entona\u00e7\u00e3o deve sugerir essa sensa\u00e7\u00e3o, por isso a pausa \u00e9 mais longa e a entona\u00e7\u00e3o mais branda.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><strong>Atividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Nesta aula, voc\u00ea leu e refletiu sobre o conto \u201cNinho de periquitos\u201d, de Hugo de Carvalho Ramos. Al\u00e9m de analisar as partes da narrativa e os efeitos que ela produz, voc\u00ea percebeu a import\u00e2ncia de observar a pontua\u00e7\u00e3o do texto para l\u00ea-lo com uma entona\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima daquela dada pelo autor durante a produ\u00e7\u00e3o ou, tamb\u00e9m, para dar mais \u00eanfase durante sua leitura. Dessa forma, pratique sua leitura aut\u00f4noma realizando a leitura desse conto para outras pessoas de sua casa. Depois, converse com essas pessoas sobre a narrativa lida, a partir da an\u00e1lise dessa aula.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Habilidade estruturante:<\/strong><br><\/td><td>(EF67LP28-A) Ler, de forma aut\u00f4noma, pe\u00e7as teatrais, cr\u00f4nicas cr\u00edticas, romances infanto-juvenis, contos de suspense, contos de esperteza, contos do folclore goiano, entre outros, levando em conta suportes e caracter\u00edsticas.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>RAMOS, Hugo de Carvalho. <em>Tropas e boiadas.<\/em> 5 ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1965.<br><a href=\"https:\/\/radiobandeirantesgoiania.com.br\/morte-do-escritor-goiano-hugo-de-carvalho-ramos-completa-100-anos-em-2021\/\">https:\/\/radiobandeirantesgoiania.com.br\/morte-do-escritor-goiano-hugo-de-carvalho-ramos-completa-100-anos-em-2021\/<\/a>&nbsp;&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-cyan-bluish-gray-background-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Professor, essa aula segue a Matriz Curricular das Habilidades Estruturantes 2021-2021. Foi elaborada no ano de 2020, com a suspens\u00e3o das aulas presenciais devido \u00e0 pandemia da Covid-19 e segue as orienta\u00e7\u00f5es de flexibiliza\u00e7\u00e3o curricular para o bi\u00eanio 2020\/2021 (Of\u00edcio Circular 147\/2020 Dirped).<\/p>\n","protected":false},"author":42,"featured_media":132702,"template":"","ef_categoria":[15,30],"ef_ano":[90],"ef_componente":[93],"class_list":["post-132701","ensino_fundamental","type-ensino_fundamental","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","ef_categoria-ciclo-da-adolescencia-fg","ef_categoria-etica-e-cidadania-ciclo-da-adolescencia-fg","ef_ano-7o-ano","ef_componente-portugues","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental\/132701","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/ensino_fundamental"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/42"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental\/132701\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132702"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132701"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ef_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_categoria?post=132701"},{"taxonomy":"ef_ano","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_ano?post=132701"},{"taxonomy":"ef_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_componente?post=132701"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}