{"id":129173,"date":"2021-08-10T14:00:52","date_gmt":"2021-08-10T17:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=ensino_fundamental&#038;p=129173"},"modified":"2021-10-27T10:46:58","modified_gmt":"2021-10-27T13:46:58","slug":"lingua-portuguesa-tipos-de-argumento","status":"publish","type":"ensino_fundamental","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/ensino_fundamental\/lingua-portuguesa-tipos-de-argumento\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa &#8211; Tipos de argumento"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-light-green-cyan-background-color has-background has-medium-font-size\">Ol\u00e1, educando (a)! Esta videoaula de L\u00edngua Portuguesa para o&nbsp;<strong>Agrupamento I (9\u00ba ano) do Ciclo da Adolesc\u00eancia<\/strong>&nbsp;foi veiculada na TV no dia&nbsp;<strong>03\/08\/2021 (Quarta-feira)<\/strong>. Aqui no Portal Conex\u00e3o Escola, ela est\u00e1 dispon\u00edvel juntamente com a proposta de atividade.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/argumento-e1628607089277.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-129174\" width=\"423\" height=\"296\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/argumento-e1628607089277.png 391w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/argumento-e1628607089277-300x210.png 300w\" sizes=\"(max-width: 423px) 100vw, 423px\" \/><figcaption><a href=\"https:\/\/pixabay.com\/images\/id-3408791\/\">https:\/\/pixabay.com\/images\/id-3408791\/<\/a><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-background has-medium-font-size\" style=\"background-color:#d4dae0\">Nesta aula voc\u00ea estudar\u00e1 sobre os&nbsp;<strong>tipos de argumento<\/strong>. Assista a videoaula do professor Marlon sobre a tem\u00e1tica. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"9 ano   Portugu\u00eas   05 08 21   Bloco 01\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NC9B8JjXyy8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>L\u00edngua Portuguesa &#8211; 9\u00ba ano <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-background has-medium-font-size\" style=\"background-color:#d7dde1\">Nesta aula voc\u00ea estudar\u00e1 o <strong>texto argumentativo<\/strong>, de modo mais espec\u00edfico, alguns <strong>tipos de argumento e como eles podem ser identificados no texto<\/strong>. Para tanto, leia a cr\u00f4nica a seguir, de Rubem Alves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><strong>Ouvir para aprender<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u00c9 do sil\u00eancio que nasce o ouvir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">S\u00f3 posso ouvir a palavra se meus ru\u00eddos interiores forem silenciados. S\u00f3 posso ouvir a verdade do outro se eu parar de tagarelar. Quem fala muito n\u00e3o ouve. Sabem disso os poetas, esses seres de fala m\u00ednima. Eles falam, sim &#8211; para ouvir as vozes do sil\u00eancio. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">N\u00e3o nos sentimos em casa no sil\u00eancio. Quando a conversa para por n\u00e3o haver o que dizer, tratamos logo de falar qualquer coisa, para p\u00f4r um fim ao sil\u00eancio. Vez por outra tenho vontade de escrever um ensaio sobre a psicologia dos elevadores. Ali estamos, n\u00f3s dois, fechados naquele cub\u00edculo. Um diante do outro. Olhamos nos olhos um do outro? Ou olhamos para o ch\u00e3o? Nada temos a falar. Esse sil\u00eancio \u00e9 como se fosse uma ofensa. A\u00ed falamos sobre o tempo. Mas n\u00f3s dois bem sabemos que se trata de uma farsa para encher o tempo at\u00e9 que o elevador pare.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Os orientais entendem melhor do que n\u00f3s. Se n\u00e3o me engano, o nome do filme em que vi esta cena \u00e9 &#8220;Aconteceu em T\u00f3quio&#8221;. Duas velhinhas se visitavam. Por horas ficavam juntas, sem dizer uma \u00fanica palavra. Nada diziam porque no seu sil\u00eancio morava um mundo. Faziam sil\u00eancio n\u00e3o por n\u00e3o ter nada a dizer, mas porque o que tinham a dizer n\u00e3o cabia em palavras. A filosofia ocidental \u00e9 obcecada pela quest\u00e3o do ser.<br>A filosofia oriental, pela quest\u00e3o do vazio, do nada. \u00c9 no vazio da jarra que se colocam flores. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Todo mundo quer falar. Ningu\u00e9m quer ouvir. Todo mundo quer ser escutado. (Como n\u00e3o h\u00e1 quem os escute, os adultos procuram um psicanalista, profissional pago do escutar.) Toda crian\u00e7a tamb\u00e9m quer ser escutada. Encontrei, na revista pedag\u00f3gica italiana &#8220;Cem Mondialit\u00e0&#8221; a sugest\u00e3o de que, antes de iniciarem as atividades de ensino e aprendizagem, os professores se dedicassem por semanas, talvez meses, a simplesmente ouvir as crian\u00e7as. No sil\u00eancio das crian\u00e7as, h\u00e1 um programa de vida: sonhos. \u00c9 dos sonhos que nasce a intelig\u00eancia. A intelig\u00eancia \u00e9 a ferramenta que o corpo usa para transformar os seus sonhos em realidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u00c9 preciso escutar as crian\u00e7as para que a sua intelig\u00eancia desabroche. Sugiro ent\u00e3o aos professores que, ao lado da sua justa preocupa\u00e7\u00e3o com o falar claro, tenham tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o com o escutar claro. Amamos n\u00e3o a pessoa que fala bonito, mas a pessoa que escuta bonito. A escuta bonita \u00e9 um bom colo para uma crian\u00e7a se assentar&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-small-font-size\">ALVES, Rubem. Ouvir para aprender. <em>Folha de S\u00e3o Paulo<\/em>, 21 dez. 2004(adaptado).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-small-font-size\">Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/fsp\/sinapse\/sa2112200415.htm\">https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/fsp\/sinapse\/sa2112200415.htm<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O texto que voc\u00ea acabou de ler \u00e9 uma<strong> cr\u00f4nica<\/strong>, publicada em um jornal de grande circula\u00e7\u00e3o nacional. Esse texto apresenta a vis\u00e3o pessoal do cronista sobre um fato noticiado no jornal ou colhido do cotidiano. O fato colhido do cotidiano nesse texto relaciona-se ao saber ouvir, saber silenciar para aprender. <strong>Esta cr\u00f4nica \u00e9 argumentativa<\/strong>, porque nela h\u00e1 diferentes argumentos que conduzem \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o ou \u00e0 indu\u00e7\u00e3o de uma ideia. Tudo isso, a fim de convencer o leitor sobre uma tese j\u00e1 definida pelo autor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Na cr\u00f4nica de Rubem Alves, que voc\u00ea acabou de ler, o cronista apresenta seu ponto de vista sobre o assunto que se prop\u00f5e a discutir. Logo no in\u00edcio do texto, ele exp\u00f5e a tese, que \u00e9 o ponto de vista central do texto, enfatizando que entre todos os sentidos, o mais importante para a aprendizagem do amor, da vida em conjunto e da cidadania \u00e9 a audi\u00e7\u00e3o. Nos par\u00e1grafos seguintes, ele vai argumentar sobre essa tese com o objetivo, portanto, de convencer o leitor. Antes de observar como isso \u00e9 feito no texto, leia algumas caracter\u00edsticas da cr\u00f4nica argumentativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Em uma cr\u00f4nica narrativa argumentativa \u00e9 contada uma pequena hist\u00f3ria, com personagens, tempo e espa\u00e7o. Esse tipo de cr\u00f4nica pode ter&nbsp;discurso direto, indireto e indireto livre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Uma boa cr\u00f4nica argumentativa deve ter:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Argumenta\u00e7\u00e3o e persuas\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Linguagem coloquial, simples e direta;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Textos relativamente pequenos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Temas do dia a dia e pol\u00eamicos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Cr\u00edtica, humor e ironia;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Induz a reflex\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Subjetividade e criatividade;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Fus\u00e3o do estilo jornal\u00edstico e liter\u00e1rio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Poucos personagens, se houver;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Tempo e o espa\u00e7o limitados;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">\u2022 Car\u00e1ter contempor\u00e2neo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Os tipos de argumento mais comuns s\u00e3o: de autoridade, por compara\u00e7\u00e3o, de exemplifica\u00e7\u00e3o, de princ\u00edpio ou de causa e consequ\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Argumento de autoridade:<\/strong> determinada ideia \u00e9 sustentada por cita\u00e7\u00e3o de fonte confi\u00e1vel, como dados de pesquisas, texto de algu\u00e9m considerado um autoridade no assunto ou fala de um especialista da \u00e1rea.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O exemplo a seguir, retirado da cr\u00f4nica de Rubem Alves, tem origem no texto b\u00edblico, considerado como uma fonte confi\u00e1vel e detentora de verdade para milhares de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><em><strong>Disse o escritor sagrado: \u201cNo princ\u00edpio era o verbo\u201d.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Argumento de princ\u00edpio:<\/strong> determinada ideia \u00e9 sustentada por uma cren\u00e7a pessoal, baseada numa constata\u00e7\u00e3o aceita como verdadeira ou como verdade universal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O cronista recria o argumento de autoridade dizendo que \u201cantes do verbo era o sil\u00eancio\u201d e, assim, apresenta seu argumento de princ\u00edpio:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><em><strong>\u00c9 do sil\u00eancio que nasce o ouvir.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Argumento de causa e consequ\u00eancia: <\/strong>determinada ideia \u00e9 sustentada por meio de uma rela\u00e7\u00e3o clara estabelecida entre fato ou constata\u00e7\u00e3o que \u00e9 causa de outro fato ou outra constata\u00e7\u00e3o, ou seja, uma consequ\u00eancia.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">No segundo par\u00e1grafo da cr\u00f4nica, o autor usa um argumento de causa e consequ\u00eancia para explicar o princ\u00edpio de que \u00e9 do sil\u00eancio que nasce o ouvir. Veja:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Argumento de exemplifica\u00e7\u00e3o:<\/strong> determinada ideia \u00e9 firmada com base em exemplos representativos para justific\u00e1-las.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">No texto, o autor pontua que as pessoas n\u00e3o se sentem \u00e0 vontade com o sil\u00eancio e para exemplificar essa opini\u00e3o, ele exemplifica com o comportamento das pessoas quando est\u00e3o no elevador:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><em>Ali estamos, n\u00f3s dois, fechados naquele cub\u00edculo. Um diante do outro. Olhamos nos olhos um do outro? Ou olhamos para o ch\u00e3o? Nada temos a falar. Esse sil\u00eancio \u00e9 como se fosse uma ofensa. A\u00ed falamos sobre o tempo. Mas n\u00f3s dois bem sabemos que se trata de uma farsa para encher o tempo at\u00e9 que o elevador pare.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Argumento por compara\u00e7\u00e3o: <\/strong>determinada ideia \u00e9 sustentada por compara\u00e7\u00f5es com base em fatores de semelhan\u00e7a evidenciadas por dados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Na cr\u00f4nica, a compara\u00e7\u00e3o realizada est\u00e1 relacionada a cultura oriental e a cultura ocidental. Enquanto a cultura oriental est\u00e1 voltada para a quest\u00e3o do vazio\/do nada, a cultura ocidental est\u00e1 voltada para a quest\u00e3o do ser. Assim, o cronista defende que os orientais entendem melhor o sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><em>Os orientais entendem melhor do que n\u00f3s. [&#8230;] Duas velhinhas se visitavam. Por horas ficavam juntas, sem dizer uma \u00fanica palavra. Nada diziam porque no seu sil\u00eancio morava um mundo. Faziam sil\u00eancio n\u00e3o por n\u00e3o ter nada a dizer, mas porque o que tinham a dizer n\u00e3o cabia em palavras. A filosofia ocidental \u00e9 obcecada pela quest\u00e3o do ser.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Ao verificar todos esses argumentos, voc\u00ea pode perceber que todos tem um \u00fanico objetivo: confirmar a tese inicial do texto. Lembre-se disso toda vez que for produzir um texto argumentativo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-light-green-cyan-background-color has-background has-medium-font-size\"><strong>Atividade<\/strong> <strong>1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Quando voc\u00ea vai pedir alguma coisa para seu respons\u00e1vel, \u00e9 comum ele cobrar de voc\u00ea explica\u00e7\u00f5es que justifiquem seu pedido? Certamente, n\u00e3o \u00e9? Quem nunca passou por isso? Preste aten\u00e7\u00e3o na proposta de produ\u00e7\u00e3o de texto a seguir:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Elabore um texto argumentativo em que voc\u00ea esteja pedindo algo para algu\u00e9m de sua casa. Nesse texto que voc\u00ea ir\u00e1 entregar para essa pessoa, voc\u00ea precisa utilizar alguns argumentos. Lembre-se dos argumentos que voc\u00ea aprendeu: de autoridade, de princ\u00edpio, de causa e consequ\u00eancia, por compara\u00e7\u00e3o e por exemplifica\u00e7\u00e3o. Depois de finalizar seu texto, fa\u00e7a uma boa leitura dele para fazer corre\u00e7\u00f5es, por exemplo. Passe a limpo e entregue para essa pessoa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">E a\u00ed, seu pedido ser\u00e1 atendido?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-background has-medium-font-size\" style=\"background-color:#c9e8dc\"><strong>Parab\u00e9ns! Voc\u00ea finalizou a atividade de L\u00edngua Portuguesa. At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Refer\u00eancias<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.educamaisbrasil.com.br\/enem\/lingua-portuguesa\/cronica-argumentativa\">https:\/\/www.educamaisbrasil.com.br\/enem\/lingua-portuguesa\/cronica-argumentativa<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/blog.redacaonota1000.com.br\/tipos-de-argumentos\/\">https:\/\/blog.redacaonota1000.com.br\/tipos-de-argumentos\/<\/a>&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Componente Curricular<\/td><td>Habilidade<\/td><\/tr><tr><td>L\u00edngua Portuguesa<\/td><td>Estruturante<br>(EF89LP04) Identificar e avaliar teses\/opini\u00f5es\/posicionamentos expl\u00edcitos e impl\u00edcitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo (resenha cr\u00edtica, entre outros), posicionando-se frente \u00e0 quest\u00e3o controversa de forma sustentada.&nbsp;<br>(EF67LP06) Identificar os efeitos de sentido provocados pela sele\u00e7\u00e3o lexical, topicaliza\u00e7\u00e3o de elementos e sele\u00e7\u00e3o e hierarquiza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, uso de 3\u00aa pessoa etc.<br><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":40,"featured_media":129174,"template":"","ef_categoria":[16],"ef_ano":[92],"ef_componente":[93],"class_list":["post-129173","ensino_fundamental","type-ensino_fundamental","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","ef_categoria-ciclo-da-adolescencia-hi","ef_ano-9o-ano","ef_componente-portugues","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental\/129173","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/ensino_fundamental"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/40"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ensino_fundamental\/129173\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/129174"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=129173"}],"wp:term":[{"taxonomy":"ef_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_categoria?post=129173"},{"taxonomy":"ef_ano","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_ano?post=129173"},{"taxonomy":"ef_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/ef_componente?post=129173"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}