{"id":5625,"date":"2020-10-05T07:00:00","date_gmt":"2020-10-05T10:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=5625"},"modified":"2021-11-08T11:28:27","modified_gmt":"2021-11-08T13:28:27","slug":"preconceito-linguistico","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/preconceito-linguistico\/","title":{"rendered":"Preconceito lingu\u00edstico"},"content":{"rendered":"\n<p>|<em>LP\/HIST<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-very-light-gray-background-color has-background has-medium-font-size\">Nessa atividade, vamos falar de <em>preconceito lingu\u00edstico<\/em>. Para isso, o entendimento do que \u00e9 e como ocorre esse tipo de preconceito \u00e9 fundamental. Escutando especialistas, aprenderemos mais sobre as <strong>variantes lingu\u00edsticas<\/strong> <strong>geogr\u00e1ficas, hist\u00f3ricas e situacionais<\/strong>, o que permite ampliarmos o conhecimento da L\u00edngua Portuguesa usada no Brasil e combater quaisquer formas de discrimina\u00e7\u00e3o advindas da fala. Assim, o combate ao preconceito se d\u00e1 por meio do conhecimento. Afinal, quando h\u00e1 luz, as palavras aparecem. Vamos l\u00e1?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Para iniciar, vamos ver um v\u00eddeo da Martha Rabelo, professora da Escola Municipal Geralda de Aquino, daqui de Goi\u00e2nia, que explica o que \u00e9 preconceito lingu\u00edstico. <\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Martha Rabelo - Preconceito Lingu\u00edstico\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YITdoeGTw-Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Martha Rabelo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Ela disse que o preconceito lingu\u00edstico ocorre quando algu\u00e9m n\u00e3o aceita a maneira do outro falar, porque cada lugar fala de uma forma. Veja o exemplo da palavra p\u00e3o:  no Par\u00e1 falam P\u00e3o Careca, aqui, em Goi\u00e2nia, falamos P\u00e3o Franc\u00eas; P\u00e3o Jac\u00f3 no Sergipe; P\u00e3o Aguado na Para\u00edba, Cacetinho na Bahia. Enfim, cada lugar tem uma forma de nomear esse p\u00e3ozinho que eu tanto adoro.&nbsp; Essa \u00e9 a riqueza da nossa l\u00edngua. \u00c0 medida que nos comunicamos, vamos encontrando novas formas de falar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A professora contou que esse preconceito lingu\u00edstico acontece porque algumas pessoas, julgando dominar uma forma prestigiada de falar, acabam se colocado acima dos outros. \u00c9 como se elas se achassem melhor do que aqueles que n\u00e3o dominam a forma culta.&nbsp; Ent\u00e3o, dizem por a\u00ed que o outro est\u00e1 falando \u201cerrado\u201d ou \u201cfeio\u201d. E tudo isso \u00e9 ju\u00edzo de valor, porque na comunica\u00e7\u00e3o h\u00e1 diversas maneiras de usar a linguagem.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A forma culta de falar \u00e9 a maneira prestigiada de usar a linguagem. Por exemplo, na forma culta usamos o pronome \u201cn\u00f3s\u201d sempre conjugado na primeira pessoa do plural, por exemplo: \u201cn\u00f3s fomos jantar\u201d; \u201cn\u00f3s comemos p\u00e3o franc\u00eas\u201d. Enfim, a forma culta ou norma padr\u00e3o \u00e9 aquela de prest\u00edgio social, mas h\u00e1 outras formas de dizer a mesma coisa. Essas outras maneiras, geralmente, fazem parte da linguagem popular, coloquial. Exemplo: \u201cnois foi\u201d, \u201cn\u00f3s foi\u201d, \u201ca gente fomos\u201d. Essas s\u00e3o maneiras de falar que n\u00e3o seguem a norma padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">O preconceituoso diria que essas formas populares de falar s\u00e3o erradas, feias, que devem ser banidas da sociedade, mas na verdade elas comp\u00f5em a diversidade da nossa l\u00edngua. E, convenhamos, a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 dizer se est\u00e1 &#8220;certo&#8221; ou &#8220;errado&#8221;, mas se a maneira de dizer e escrever est\u00e1 adequada para uma determinada situa\u00e7\u00e3o. A\u00ed sim, estamos falando com seriedade dessa quest\u00e3o, porque cada momento exige uma forma de usar a linguagem.&nbsp;Se f\u00f4ssemos dizer o que \u00e9 &#8220;certo&#8221; e o que \u00e9 &#8220;errado&#8221;, ficar\u00edamos colocando etiquetas preconceituosas nas pessoas. Ficar\u00edamos o tempo inteiro querendo corrigir o outro. Agora vamos ver um v\u00eddeo curtinho da professora Wayddye Silva sobre etiqueta social? <strong>Assista apenas do minuto 10&#8217;57&#8221; a 11&#8217;31&#8221;<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Aula de m\u00e1scaras sociais   Sequ\u00eancia 01\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BhyTh6iESwY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Wayddye Silva<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A professora fala que precisamos combater a rotula\u00e7\u00e3o, que \u00e9 quando colocamos uma esp\u00e9cie de etiqueta no outro, por conta do modo de ser, de falar, de expressar. Por exemplo, a pessoa que vive no campo \u00e0s vezes \u00e9 rotulada como \u201ccaipira\u201d, associando o caipira \u00e0quela pessoa que n\u00e3o sabe falar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Puro preconceito, um preconceito lingu\u00edstico, porque as pessoas que rotulam um outro de \u201ccaipira\u201d est\u00e3o partindo da ideia de que a pessoa do campo n\u00e3o sabe falar ou que fala errado. E como j\u00e1 falamos aqui, isso n\u00e3o \u00e9 verdade. A vida rural exige uma forma de comunicar que, geralmente, as pessoas do campo sabem muito bem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"> A comunica\u00e7\u00e3o ocorre de acordo com as necessidades dos falantes. O nosso conhecimento sobre terra, sobre plantar, \u00e9 limitado \u00e0s experi\u00eancias da vida urbana. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Ent\u00e3o, estamos aprendendo que a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o acontece de forma igual, id\u00eantica, para todos. Cada comunidade possui as suas necessidades e, por isso, fala de uma forma. Estamos dizendo que existe variedade lingu\u00edstica e n\u00e3o devemos rotular, discriminar, nenhuma forma de falar. Vamos ver um v\u00eddeo sobre isso? <strong>Assista apenas do minuto 6\u201920&#8221; a 7\u201951&#8221;.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"VARIA\u00c7\u00d5ES LINGUISTICAS 1 - Prof. Ana Santos\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/snMi5Av9OrU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>ANA SANTOS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A professora Ana Santos explicou que existem v\u00e1rias formas da l\u00edngua variar. H\u00e1 varia\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, como aquele exemplo do p\u00e3o. Cada lugar, possui uma palavra espec\u00edfica para se referir ao p\u00e3ozinho de cada dia. Com caf\u00e9 e manteiga, uma del\u00edcia! H\u00e1 tamb\u00e9m a varia\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica: antigamente, n\u00f3s us\u00e1vamos as palavras \u201cvossa merc\u00ea\u201d, hoje, usamos simplesmente \u201cvoc\u00ea\u201d, \u201cc\u00ea\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">H\u00e1 tamb\u00e9m a varia\u00e7\u00e3o situacional, que \u00e9 quando usamos uma forma de dizer de acordo com o grupo que estamos, de acordo com a situa\u00e7\u00e3o comunicativa. Por exemplo, um garoto skatista conhece uma s\u00e9rie de g\u00edrias que usa com os colegas do skate. Sk8, sabe o que \u00e9? \u00c9 skate. Muitos deles escrevem Sk8 e aqueles, que n\u00e3o somos do grupo, n\u00e3o entendem nada. Imagina um juiz conversando com advogados. \u00c9 prov\u00e1vel que alguma cita\u00e7\u00e3o em latim apare\u00e7a.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Voc\u00ea sabia que a L\u00edngua Portuguesa veio do Latim? \u00c9 isso mesmo, as l\u00ednguas sofrem modifica\u00e7\u00f5es ao longo do tempo, entram em contato com outras culturas e modificam. Esse \u00e9 o caminho normal de toda l\u00edngua.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A l\u00edngua muda naturalmente. Imagina se n\u00f3s estiv\u00e9ssemos falando at\u00e9 hoje a palavra <strong>Vossa Merc\u00ea<\/strong>? Antes t\u00ednhamos duas palavras para dizer da mesma coisa, hoje, apenas uma. Interessante como foi reduzindo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Isso ocorre em toda l\u00edngua: os falantes geralmente reduzem as formas das palavras para que a comunica\u00e7\u00e3o seja mais r\u00e1pida, mais eficiente. Vossa Merc\u00ea virou, vosmec\u00ea, que mudou para merc\u00ea, chegando \u00e0 palavra \u201cvoc\u00ea\u201d, \u201cce\u201d. Incr\u00edvel, n\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Hoje, \u201cC\u00ea\u201d \u00e9 a maneira popular de dizer, e \u201cvoc\u00ea\u201d \u00e9 a forma culta. H\u00e1 cem anos era totalmente diferente. Como a l\u00edngua \u00e9 diversa! Ela varia, ela modifica. Vamos ver como essa diversidade, essa varia\u00e7\u00e3o, ocorre tamb\u00e9m na literatura, na poesia?&nbsp;&nbsp;<strong>Assista apenas do minuto 1\u201943\u2019\u2019 a 4\u201944\u2019\u2019<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"VARIA\u00c7\u00d5ES LINGUISTICAS 2 - Ana Santos\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cOMl0i0XYXU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>ANA SANTOS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A professora Ana mostra dois exemplos: o poeta Braulio Bessa e Carlos Drummond de Andrade. O primeiro escreve poemas utilizando a linguagem n\u00e3o padr\u00e3o. Ele faz isso de uma maneira pensada, faz parte do estilo do poeta. Parece que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 levar a poesia dele \u00e0queles que t\u00eam que pouco acesso \u00e0 linguagem formal, padr\u00e3o. J\u00e1 Drummond, de modo geral, utiliza mais a linguagem padr\u00e3o; e trata de tem\u00e1ticas universais, o que tamb\u00e9m \u00e9 parte do estilo do poeta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Os poetas utilizam varia\u00e7\u00f5es de linguagem para expressar o que desejam. O poeta tem a liberdade po\u00e9tica para tratar de temas t\u00e3o complexos! Por isso, a poesia \u00e9 t\u00e3o interessante. Mas, assim tamb\u00e9m \u00e9 a l\u00edngua: um \u00fanico falante \u00e9 capaz de ora usar uma variedade mais formal, ora uma variedade informal, popular, dependendo da situa\u00e7\u00e3o comunicativa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><br>Vamos ver um v\u00eddeo agora do professor Alex Cabral sobre o desenvolvido da L\u00edngua Portuguesa no Brasil &#8230; Solta o v\u00eddeo!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Desenvolvimento da L\u00edngua Portuguesa no Brasil - Alex Cabral\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hm3GYekq1IY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Alex Cabral<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>&nbsp;<\/strong>A fala do historiador \u00e9 muito interessante. Ele<strong> <\/strong>comenta sobre a influ\u00eancia<strong> <\/strong>ind\u00edgena e africana no desenvolvimento da nossa l\u00edngua.<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Mesmo o Marqu\u00eas de Pombal proibindo o uso do Tupi-Guarani no Brasil, no s\u00e9culo XVIII, houve resist\u00eancia. O professor mostrou muitos exemplos de palavras usadas at\u00e9 hoje no Brasil que possuem marcas ind\u00edgenas.&nbsp;<br>Chama a aten\u00e7\u00e3o a palavra \u201ctrem\u201d. N\u00f3s, goianos, amamos falar \u201ctrem\u201d para tudo. E, agora, aprendemos que essa palavra \u00e9 de origem ind\u00edgena. N\u00f3s<strong> <\/strong>j\u00e1 falamos sobre isso nessa aula: as l\u00ednguas modificam quando entram em contato com outras culturas. \u00c9 por isso que a nossa l\u00edngua portuguesa brasileira continua marcada<strong> <\/strong>pelas culturas ind\u00edgenas, africanas e europeias.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap has-medium-font-size\">ATIVIDADE:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Agora \u00e9 com voc\u00ea! Vamos colocar a m\u00e3o na massa? A nossa atividade \u00e9 dividida em duas partes. Primeiro: chame seus familiares e converse com eles sobre o tema dessa aula. Explique a eles como ocorre o preconceito lingu\u00edstico e a necessidade de combater a vis\u00e3o preconceituosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A segunda parte da atividade \u00e9 muito legal. Escreva um texto em verso, com rimas, sobre o combate ao preconceito lingu\u00edstico. Ap\u00f3s finalizar o seu texto, releia-o e fa\u00e7a a sua revis\u00e3o. Em seguida, envie a sua produ\u00e7\u00e3o para os seus amigos e familiares. Seja criativo!<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Hist\u00f3ria<\/td><td><br>(EAJAHI0520)<br>Situar a escrita de sua hist\u00f3ria de vida como parte integrante do processo de constitui\u00e7\u00e3o de sua identidade social.<\/td><\/tr><tr><td>L\u00edngua Portuguesa<\/td><td><br>(EAJALP0756) Identificar as variedades da l\u00edngua, o conceito de norma-padr\u00e3o e o de preconceito lingu\u00edstico.&nbsp;<br>(EAJALP0850) Identificar as variedades da l\u00edngua falada, o conceito de norma-padr\u00e3o e o de preconceito lingu\u00edstico.&nbsp;<br>(EAJALP0523) Identificar as variedades da l\u00edngua, bem como o conceito de norma padr\u00e3o e de preconceito lingu\u00edstico<br>(EAJALP0517) Apreciar a literatura de cordel.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption>Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u00c9TICA E CIDADANIA &#8211; SEGUNDO SEGMENTO &#8211; EAJA<\/p>\n","protected":false},"author":18,"featured_media":5651,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[104],"serie":[74],"eaja_componente":[79,77],"class_list":["post-5625","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-5a-e-6a-serie","serie-5a-serie","eaja_componente-historia","eaja_componente-lingua-portuguesa","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/5625","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/18"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5651"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5625"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=5625"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=5625"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=5625"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}