{"id":134467,"date":"2021-11-22T07:01:00","date_gmt":"2021-11-22T09:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=134467"},"modified":"2021-11-21T12:00:59","modified_gmt":"2021-11-21T14:00:59","slug":"lingua-portuguesa-a-singularidade-do-conto-goiano-e-o-matrimonio","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/lingua-portuguesa-a-singularidade-do-conto-goiano-e-o-matrimonio\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa \u2013 A singularidade do conto goiano e o matrim\u00f4nio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-left has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><strong><em>Ol\u00e1! Esta aula de\u00a0L\u00edngua Portuguesa\u00a0<\/em>\u00e9 destinada a educandos da\u00a07\u00aa S\u00e9rie\u00a0da Eaja.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image2-2-e1637502850797.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-134469\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image2-2-e1637502850797.jpg 1024w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image2-2-e1637502850797-300x200.jpg 300w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/image2-2-e1637502850797-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; L\u00edngua Portuguesa \u2013 A singularidade do conto goiano e o matrim\u00f4nio. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.flickr.com\/photos\/carlosoliveirareis\/4298290480\">https:\/\/www.flickr.com\/photos\/carlosoliveirareis\/4298290480<\/a>>. Acesso em: 16 de Novembro de 2021.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">A aula de hoje abordar\u00e1 a singularidade do conto goiano, sua abordagem social e as rela\u00e7\u00f5es familiares. A estrutura narrativa do conto goiano, como j\u00e1 sabemos, \u00e9 bastante simples, pois envolve os valores da nossa gente bem como seus la\u00e7os afetivos e costumes. Tradicionalmente o conto goiano faz uma excelente caracteriza\u00e7\u00e3o dos personagens e do espa\u00e7o, hoje vamos conhecer como eram as festas de casamento no passado, suas comidas, suas ornamenta\u00e7\u00f5es, e claro seus convidados.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013\u00a0L\u00edngua Portuguesa \u2013 A singularidade do conto goiano e o matrim\u00f4nio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"L\u00edngua Portuguesa - 7\u00aa s\u00e9rie - Eaja - A singularidade do conto goiano e o matrim\u00f4nio\" width=\"1200\" height=\"900\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Vttt4kB8Dlg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>L\u00cdNGUA PORTUGUESA | 7\u00aa S\u00c9RIE | Eaja\u00a0| PROF.\u00aa: REGINA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>A singularidade do conto goiano e o matrim\u00f4nio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Hoje, iremos estudar o enredo singular do conto goiano, suas particularidades e em especial sua originalidade quanto ao tema. Como exemplo, vamos destacar o conto: O casamento e a cegonha de Ana Lins dos Guimar\u00e3es Peixoto Bretas (1889 \u2013 1985), ou Cora Coralina, pois foi este o nome que escolheu para assinar grande parte de suas obras. Al\u00e9m da simplicidade do cen\u00e1rio goiano, como a esquecida cidade do interior, os ambientes rurais, o abandono das classes desfavorecidas; a autora ressalta em sua obra a condi\u00e7\u00e3o feminina de submiss\u00e3o e o patriarcado, por essa raz\u00e3o \u00e9 muito comum nas obras de Cora Coralina ter v\u00e1rios olhares femininos em torno de uma condi\u00e7\u00e3o social que menosprezava a figura da mulher. Essa mulher retratada nos textos da autora d\u00e1 uma dimens\u00e3o das dificuldades enfrentadas pelas mulheres que, inseridas em um contexto patriarcal, tiveram suas possibilidades de ascens\u00e3o sufocadas. Limitadas ao ambiente dom\u00e9stico e proibidas de estudar e adquirir sua forma\u00e7\u00e3o profissional, muitas mulheres tiveram que abdicar de seus conhecimentos enquanto observavam as conquistas masculinas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O conto: O casamento e a cegonha retrata a vertente do casamento como uma sa\u00edda para as mulheres que engravidavam no s\u00e9culo passado, casar antes que o bebe nascesse, pois no passado as mulheres que se tornavam m\u00e3es solteiras n\u00e3o eram bem vistas pela sociedade, al\u00e9m de manchar a honra familiar. Por esta raz\u00e3o, no passado, amea\u00e7as de morte e casamentos arranjados eram muito comuns. A situa\u00e7\u00e3o do casamento e da festa s\u00e3o bastante claros dentro do conto e a refer\u00eancia a cegonha se faz exatamente no desfecho da hist\u00f3ria, parte em que a noiva se afasta dos convidados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A festa, ou mesmo, \u201cfestan\u00e7a\u201d como \u00e9 dito pela autora retrata um tempo de fartura e prosperidade, muita dan\u00e7a, muita comida e muitos convidados. Diante do quadro narrativo de uma festa de casamento estabelecem os personagens e o enredo: o noivo e a noiva, o pai da noiva, o juiz, o vig\u00e1rio, o escriv\u00e3o (como parte documental), os convidados que \u201csaracoteavam\u201d ao longo da festa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Veja agora um trecho desta animada festa de casamento:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>O casamento e a cegonha \u2013 Cora Coralina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Os pais da noiva tinham resolvido que o casamento da filha se faria ali mesmo, na ch\u00e1cara, \u00e0 boa moda antiga, com mesada de doces, churrasco, muita empada, leitoa, frango assado, boas comidas e abundantes bebidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Armou-se o altar na sala da frente. Cobriu-se a mesa do civil com um lindo atoalhado de pl\u00e1stico. Vieram os convidados. Veio o vig\u00e1rio, veio o juiz e veio o escriv\u00e3o. Testemunhas e a roda dos parentes. Fizeram o casamento. A mo\u00e7a sempre fora alta, grandalhona, fornida de carnes e de bons quartos. Naquele vestido branco, rodado, de babados subindo e descendo, de v\u00e9u e grinalda, inda mais refor\u00e7ada parecia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Como a festan\u00e7a era mesmo de arromba, fogos pipocando, m\u00fasica chegando e muita gente entrando e saindo, ningu\u00e9m mais reparou nos noivos que depois de posarem para o retrato de praxe, na cabeceira da mesa e de cortarem juntos o bolo art\u00edstico, se misturaram com os convidados e cada qual se achou \u00e0 vontade e sem constrangimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O juiz e o vig\u00e1rio deixaram-se ficar numa roda de amigos, conversando com advogados, escriv\u00e3es, gente do foro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O baile tinha come\u00e7ado. A mo\u00e7ada saracoteava alegre. Os que n\u00e3o eram de dan\u00e7a, rodeavam a mesa posta, com pratos, copos e garrafas. Espetos de churrasco e bandas de leit\u00e3o se cruzavam por todos os lados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Boas comidas, muita bebida e os donos da casa pondo o pessoal \u00e0 vontade, incans\u00e1veis, n\u00e3o cabendo em si de contentes com o casamento daquela primeira filha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">(&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A narrativa traz os tra\u00e7os da organiza\u00e7\u00e3o familiar da \u00e9poca e acima de tudo: a cultura e os valores respeitados que ficam claros na receptividade dos convidados e nas conven\u00e7\u00f5es civis para celebrar o casamento. Afinal o pai casa a filha e mostra socialmente o evento como uma presta\u00e7\u00e3o de contas. A voz narrativa diante da est\u00f3ria presta um favor ao legado daquela \u00e9poca, conta os detalhes da festa e ao mesmo tempo acrescenta de forma natural os preceitos de uma sociedade machista e patriarcal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A simplicidade \u00e9 o elemento m\u00e1gico encontrado em quase todas as obras de Cora Coralina, pois com a leveza dos elementos singulares a autora aponta verdades que o passado hist\u00f3rico costuma esconder, sabe-se que no passado havia grandes festas e celebra\u00e7\u00f5es para os casamentos e batizados, na verdade era uma forma convencional de dar esclarecimentos a sociedade de quando se nasce e quando se casa. No conto: O casamento e a cegonha, o t\u00edtulo j\u00e1 evidencia o desenrolar da est\u00f3ria, uma vez que a cegonha simboliza o nascimento, tornando-se convidada oficial para o encerramento da grande festa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">No entanto, fazendo uma an\u00e1lise mais cr\u00edtica do conto, al\u00e9m da figura\u00e7\u00e3o da cegonha: enquanto met\u00e1fora popular do nascimento, observa-se tamb\u00e9m a castidade feminina como prova de honra e car\u00e1ter, desvenda-se um tempo em que as mulheres n\u00e3o podiam ceder aos carinhos ou t\u00e3o menos ter envolvimento \u00edntimo com seus namorados antes do casamento, no entanto, naquela \u00e9poca de coronelismo o recato era primordial, era a&nbsp; garantia de uma esposa virtuosa, por\u00e9m algumas mulheres arriscavam a pr\u00f3pria vida para concretizar seus desejos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Atividades<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 01 &#8211; <\/strong>Atualmente, sabemos que o casamento \u00e9 um passo muito importante na vida adulta, conciliar uma vida a dois n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, por\u00e9m, mesmo em tempos modernos, as pessoas se casam e se separam com extrema rapidez. Em sua opini\u00e3o, o que pode ocasionar um r\u00e1pido casamento? E que pode determinar o seu fim?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 02 &#8211; <\/strong>A tradi\u00e7\u00e3o patriarcal \u00e9 um dos temas recorrentes nos contos de Cora Coralina, viv\u00eancias machistas, intoler\u00e2ncia, a figura da mulher em segundo plano, tamb\u00e9m s\u00e3o temas norteadores de suas est\u00f3rias. Atualmente nossa sociedade tem modificado estes valores, agora chegou a sua vez, comente e discuta com seus amigos e familiares sobre estes temas t\u00e3o relevantes. Questione o que de fato mudou na vida das mulheres e o que ainda se mant\u00e9m de forma velada?<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento:<\/strong><\/td><td>(EAJALP0639) Planejar e elaborar textos do g\u00eanero dram\u00e1tico (adapta\u00e7\u00e3o de outros g\u00eaneros textuais\/discursivos).\u00a0<br>(EAJALP0640) Criar textos em versos com rimas, recursos visuais, sem\u00e2nticos e sonoros.<br>(EAJALP0642) Observar as marcas da norma-padr\u00e3o e coloquialidade, de acordo com as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o do g\u00eanero textual.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>CORALINA, Cora. Est\u00f3rias da Casa Velha da Ponte. 11. ed. S\u00e3o Paulo: Globo, 2001. p.53-54SILVA, Vera Maria Tietzmann, Org. Antologia do Conto Goiano I: O conto contempor\u00e2neo. 2. ed. Goi\u00e2nia: Editora UFG, 1994.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":134469,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[69],"serie":[76],"eaja_componente":[77],"class_list":["post-134467","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-7a-e-8a-serie","serie-7a-serie","eaja_componente-lingua-portuguesa","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/134467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/134469"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=134467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=134467"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=134467"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=134467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}