{"id":133290,"date":"2021-10-29T09:19:23","date_gmt":"2021-10-29T12:19:23","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=133290"},"modified":"2021-11-03T10:17:48","modified_gmt":"2021-11-03T13:17:48","slug":"lingua-portuguesa-o-memoria-e-a-lembranca-presentes-no-conto-goiano","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/lingua-portuguesa-o-memoria-e-a-lembranca-presentes-no-conto-goiano\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa \u2013 A mem\u00f3ria e a lembran\u00e7a presentes no conto goiano"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><em>Ol\u00e1! Esta aula de&nbsp;<strong>L\u00edngua Portuguesa<\/strong>&nbsp;<\/em>\u00e9 destinada a educandos da<strong>&nbsp;5\u00aa S\u00e9rie<\/strong>&nbsp;da Eaja.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"533\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-2-2-e1635509535445.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-133291\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-2-2-e1635509535445.jpg 800w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-2-2-e1635509535445-300x200.jpg 300w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/image1-2-2-e1635509535445-768x512.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; L\u00edngua Portuguesa \u2013 O mem\u00f3ria e a lembran\u00e7a presentes no conto goiano. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Ponte_da_Lapa_com_casa_de_Cora_Coralina_em_destaque.jpg\">https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Ponte_da_Lapa_com_casa_de_Cora_Coralina_em_destaque.jpg<\/a>&gt;. Acesso em: 25 de Outubro de 2021.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">A aula de hoje abordar\u00e1 o g\u00eanero narrativo, sua estrutura bem como seus elementos composicionais, ressaltamos a voz narrativa e sua capacidade memorial, registros emotivos marcados pela escritora goiana Cora Coralina em seu conto: A casa velha da ponte. Al\u00e9m de conto, a figura\u00e7\u00e3o ultrapassa a imagem, pois a distinta casa velha da ponte da Cidade de Goi\u00e1s \u00e9 mais que um marco, \u00e9 mais que um cen\u00e1rio, trata-se de um personagem vivo que pode fazer parte das nossas est\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013&nbsp;L\u00edngua Portuguesa \u2013 O mem\u00f3ria e a lembran\u00e7a presentes no conto goiano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"L\u00edngua Portuguesa - 5\u00aa s\u00e9rie - Eaja - O mem\u00f3ria e a lembran\u00e7a presentes no conto goiano.\" width=\"1200\" height=\"900\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/modQuCGYXRo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>L\u00cdNGUA PORTUGUESA | 5\u00aa S\u00c9RIE | Eaja&nbsp;| PROF.\u00aa: REGINA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>O mem\u00f3ria e a lembran\u00e7a presentes no conto goiano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Hoje, iremos estudar o g\u00eanero conto, especialmente o conto goiano, regado de nostalgia e ancestralidade colocaremos para an\u00e1lise e estudo o conto: \u201cCasa velha da ponte\u201d da autora Cora Coralina, este relato busca no tempo o registro do passado e coloca uma casa como personagem protagonista, cuja narradora conversa com a casa, neste di\u00e1logo a autora e narradora Cora Coralina canta o passado e retoma o presente por meio de mem\u00f3rias e saudosismo.  <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">\u201cA Casa Velha da Ponte\u201d \u00e9 um conto que faz uma homenagem \u00e0 Casa Velha da Ponte (enquanto patrim\u00f4nio) buscando recuperar sua hist\u00f3ria e de seus moradores a casa projeta-se enquanto um elo entre o passar do tempo, trazendo cenas de um tempo distante, de viv\u00eancias passadas, circunst\u00e2ncias de gera\u00e7\u00f5es a gera\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Na enuncia\u00e7\u00e3o ficcional, o conto coloca em pauta pessoas que por ali viveram, s\u00e3o revelados fatos e circunst\u00e2ncias de vida dos antigos propriet\u00e1rios da casa, dos seus antigos vizinhos, dos escravos que, encostados em seus muros, produziam rumores dos castigos e dos desejos secretos. Cora Coralina na sua composi\u00e7\u00e3o faz uso do tom autobiogr\u00e1fico para confidenciar ao leitos o passado da casa, observando a rela\u00e7\u00e3o estabelecida entre o factual e o ficcional a autora tamb\u00e9m recorre as estrat\u00e9gias ficcionais, bem como os elementos da estrutura narrativa: o narrador a pr\u00f3pria autora Cora Coralina e a personagem protagonista: A casa velha da ponte. Para melhor ilustrar esta rela\u00e7\u00e3o de aproxima\u00e7\u00e3o e di\u00e1logo vamos apreciar um fragmento da obra? <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>\u201cCASA VELHA DA PONTE&#8230; <\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Olho e vejo tua ancianidade vigorosa e s\u00e3. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Revejo teu corpo patinado pelo tempo, mascado das escaras da velhice. Desde quando ficaste assim? <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Eu era menina e voc\u00ea j\u00e1 era a mesma, de paredes toscas, de beirad\u00e3o desusado e feio, onde em dias de chuva se encolhiam as cabras soltas da cidade. Portais imensos para suas paredes rudes de barrotins e enchimento em lances sobrepostos salientes. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Folhas de portas pesadas de arvores fortes descomunais, serradas a m\u00e3o, unidas e aparelhadas, levantadas para a entrada e sa\u00edda de gigantes homens feros, duros restos de bandeira. Fechaduras anacr\u00f4nicas, chav\u00f5es de broca, gonzos rangentes de feitio estranho e pregos quadrados. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">MINHA CASA VELHA DA PONTE&#8230; assim a vejo e conto, sem datas e sem assentos. Assim a conheci e conto sem datas e sem assentos. Assim a conheci e canto com minhas pobres letras. Desde sempre. Algum dia cerimonial foste casa nova, num tempo perdido do passado, quando m\u00e3os escravas te levantaram em pedra, madeirame e barro. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">(&#8230;) <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:15px\">CORALINA, Cora. Est\u00f3rias da Casa Velha da Ponte. 11. ed. S\u00e3o Paulo: Globo, 2001.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Este conto foi publicado originalmente no livro Est\u00f3rias da Casa Velha da Ponte, comp\u00f5e-se de dezoito pe\u00e7as em escrita leve e bem humorada. S\u00e3o casos folcl\u00f3ricos alguns, mas em todos se sobressaem o cotidiano, o absurdo da vida e ensinamentos. A casa \u00e9 personificada e tornando-se um ser cujo corpo traz as marcas do tempo. \u201cOlho e vejo tua ancianidade vigorosa e s\u00e3. Revejo teu corpo patinado pelo tempo, marcado das escaras da velhice.\u201d. Sua figura, a imagem da casa velha sobre o Rio Vermelho representa um deposit\u00e1rio da hist\u00f3ria das grandes fam\u00edlias senhoriais com seus escravos, suas riquezas e especialmente suas ru\u00ednas que marcaram o fim do ciclo colonial. Fartura e a pobreza de suas paredes guardam os segredos de gera\u00e7\u00f5es e gera\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A autora Cora Coralina recebeu men\u00e7\u00e3o honrosa da cr\u00edtica liter\u00e1ria especializada. Recebeu elogios e \u00e9 anunciada como revela\u00e7\u00e3o uma de \u00e9poca, mas, s\u00f3 muitos anos depois, em 1985 foi verdadeiramente reconhecida como autora e poetisa. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A narrativa se faz de hist\u00f3rias e de est\u00f3rias, ou seja, \u201cCasa velha da Ponte\u201d \u00e9 um grandioso recorte temporal entre verdades e quase verdades.&nbsp; Nesse universo em que hist\u00f3rias e lendas se misturam, s\u00e3o sempre relembradas as not\u00edcias de poss\u00edveis riquezas enterradas entremeio \u00e0s paredes do por\u00e3o da Casa Velha da Ponte. Atualmente a \u201cCasa velha da ponte\u201d funciona como um museu, aberto a visita\u00e7\u00f5es e claro, um retrato vivo do foi e ainda \u00e9 a autora Cora Coralina, afinal foi exatamente nesta casa que autora viveu sua inf\u00e2ncia, em sua fase adulta criou seus filhos e como doceira, contadora de casos e poetisa tornou-se conhecida pelo mundo todo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Atividades&nbsp;<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 01 &#8211; <\/strong>Certamente voc\u00ea conhece ou j\u00e1 ouviu falar da famosa \u201cCasa velha da ponte\u201d ou mesmo conhecida \u201cCasa de Cora Coralina\u201d. De forma criativa, escreva um convite ou mesmo um an\u00fancio que divulgue e chame a sua comunidade para conhecer a casa da escritora Cora Coralina. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 02 &#8211; <\/strong>Em sua opini\u00e3o, al\u00e9m dos ancestrais, antigos moradores da casa e a pr\u00f3pria casa, quem mais mereceria ser personagem do conto \u201cCasa Velha da Ponte\u201d de Cora Coralina? Troque ideias com seus familiares e amigos e escolha um novo personagem para habitar a casa. Quero orientar voc\u00ea que no passado Cora Coralina foi uma grande amiga de seus vizinhos.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento:<\/strong><\/td><td>(EAJALP0417) Reconhecer a fun\u00e7\u00e3o social de textos em diferentes campos da vida.<br>(EAJALP0418) Inferir informa\u00e7\u00f5es impl\u00edcitas nos textos lidos.<br>(EAJALP0471) Analisar os efeitos estil\u00edsticos, composicionais e tem\u00e1ticos dos g\u00eaneros.&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>Cora Coralina recita: Casa Velha da Ponte, dispon\u00edvel em:CORALINA, Cora. Est\u00f3rias da Casa Velha da Ponte. 11. ed. S\u00e3o Paulo: Globo, 2001.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":133291,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[104],"serie":[74],"eaja_componente":[77],"class_list":["post-133290","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-5a-e-6a-serie","serie-5a-serie","eaja_componente-lingua-portuguesa","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/133290","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/133291"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=133290"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=133290"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=133290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}