{"id":132339,"date":"2021-10-05T08:21:37","date_gmt":"2021-10-05T11:21:37","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=132339"},"modified":"2021-10-05T08:21:37","modified_gmt":"2021-10-05T11:21:37","slug":"lingua-portuguesa-ninho-de-periquitos-uma-tradicao-de-vida-e-morte","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/lingua-portuguesa-ninho-de-periquitos-uma-tradicao-de-vida-e-morte\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa \u2013 Ninho de Periquitos, uma tradi\u00e7\u00e3o de vida e morte."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><em>Ol\u00e1! Esta aula de\u00a0<strong>L\u00edngua Portuguesa<\/strong>\u00a0<\/em>\u00e9 destinada a educandos da<strong>\u00a07\u00aa S\u00e9rie<\/strong>\u00a0da Eaja.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/800px-Periquito-verde-e1633432287455.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-132340\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/800px-Periquito-verde-e1633432287455.jpg 800w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/800px-Periquito-verde-e1633432287455-300x225.jpg 300w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/800px-Periquito-verde-e1633432287455-768x576.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; L\u00edngua Portuguesa \u2013 Ninho de Periquitos, uma tradi\u00e7\u00e3o de vida e morte. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Periquito-verde.jpg>. Acesso em: 24 de Setembro de 2021.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">A aula de hoje abordar\u00e1 o g\u00eanero conto, com seus elementos mais essenciais, como narrador, personagens, tempo e lugar. Selecionamos o conto Ninho de Periquitos de Hugo de Carvalho Ramos, pelo simbolismo com o verde do nosso estado, e para um sinal de alerta para a preserva\u00e7\u00e3o do nosso maior tesouro, o cerrado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013\u00a0L\u00edngua Portuguesa \u2013 Ninho de Periquitos, uma tradi\u00e7\u00e3o de vida e morte.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"L\u00edngua Portuguesa - 7\u00aa s\u00e9rie - Eaja - Ninho de Periquitos, uma tradi\u00e7\u00e3o de vida e morte.\" width=\"1200\" height=\"900\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/McMHbQc_8RU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>L\u00cdNGUA PORTUGUESA | 7\u00aa S\u00c9RIE | Eaja\u00a0| PROF.\u00aa: REGINA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Ninho de Periquitos, uma tradi\u00e7\u00e3o de vida e morte<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Hoje, iremos estudar a estrutura narrativa do conto goiano, destacamos o renomado escritor Hugo De Carvalho Ramos com sua seleta de contos publicados em uma \u00fanica obra: Tropas e boiadas, recentemente completou cem anos de publica\u00e7\u00e3o, no entanto o autor ainda continua desconhecido pela maioria dos brasileiros. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Hugo de Carvalho Ramos morreu prematuramente aos 26 seis anos e sua literatura foi marcada pelo regionalismo goiano, contemplando o espa\u00e7o rural e apontando o sertanejo como um her\u00f3i em meio a dureza do campo, em meio da hostilidade clim\u00e1tica do cerrado. O referenciado autor faz relatos em tom confidente, colocando o sert\u00e3o goiano como cen\u00e1rio de hist\u00f3rias r\u00fasticas, expondo feitos e fa\u00e7anhas de um povo tropeiro ou mesmo singelo em suas ro\u00e7as e ro\u00e7ados. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O tom narrativo de suas est\u00f3rias recortam os mesmo elementos do conto tradicional, como espa\u00e7o, tempo, personagens e claro o narrador, muitas vezes observador ocupado com as regras da vida rural na representa\u00e7\u00e3o de algo perpetuado pelo mundo agr\u00edcola, revela o est\u00e1tico e o conservador: coronelismo, que penaliza um grupo social sertanejo, distante do estado de \u00e2nimo de uma sociedade urbana, que experimenta um momento hist\u00f3rico transit\u00f3rio. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Como ilustra\u00e7\u00e3o da aula vamos conhecer o conto: Ninho de Periquitos, de car\u00e1ter ins\u00f3lito e surreal mostra a rela\u00e7\u00e3o sutil entre pai e filho. O pai \u00e9 um homem rude, um sertanejo de muito trabalho, um agricultor que reconhece o tempo e o cerrado como sua alma; o filho \u00e9 um menino singular na v\u00e9spera de seu anivers\u00e1rio solicita como presente um casal de periquitos. A marca\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria entra em um ritmo alucinante, quando al\u00e9m dos periquitos outro animal do cerrado entra em cena. Conhe\u00e7a agora em sua totalidade o intrigante conto: <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Ninho de periquitos &#8211; Reportagem foi publicada em s\u00e1bado 30 agosto 2014, \u00e0s 10:34, no Jornal Op\u00e7\u00e3o\u00a0 por Walacy Neto &#8211; <\/strong><a href=\"https:\/\/www.jornalopcao.com.br\/edicao\/edicao-2043\/\"><strong>Edi\u00e7\u00e3o de n\u00famero\u00a0 2043<\/strong><\/a> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-vivid-red-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Ninho de periquitos &#8211; Hugo de Carvalho Ramos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Abrandando a can\u00edcula pelo virar da tarde, Domingos abandonou a rede de embira onde se entretinha arranhando uns respontos na viola, ap\u00f3s farta cuia de jacuba de farinha de milho e rapadura que bebera em sil\u00eancio, \u00e0s largas colheradas, e saiu ao terreiro, onde demorou a afiar numa pedra pi\u00e7arra o corte da foice. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Era pelo domingo, v\u00e9speras quase da colheita. O milharal estendia-se al\u00e9m, na baixada das velhas terras devolutas, amarelecido j\u00e1 pela quebra, que realizara dias antes, e o veranico, que andava duro na quinzena. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Enquanto amolava o ferro, no prop\u00f3sito de ir picar uns galhos de coivara no fundo do plantio para o fogo da cozinha, o Janj\u00e3o rondava em torno, rebolando na terra, olho agu\u00e7ado para o trabalho paterno: n\u00e3o se esquecesse, o pap\u00e1, dos filhotes de periquitos, que ficavam l\u00e1 no fundo do grot\u00e3o, entre as macegas espinhosas de mal\u00edcia, num cupim velho do p\u00e9 da maria-preta. N\u00e3o esquecesse\u2026 <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O roceiro andou l\u00e1 pelos fundos da ro\u00e7a, a colher uns pepinos tempor\u00f5es; foi ao paiol de palha d\u2019arroz, mais uma vez avaliando com a vista se possu\u00eda capacidade precisa para a rica colheita do ano; e, tendo ajuntado os gravetos e uns cernes da coivara, amarrava o feixe e ia j\u00e1 a recolher caminho de casa, quando se lembrou do pedido do pequeno. Ora, deixassem l\u00e1 em paz os passarinhos. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Mas aquele dia assentava o Janj\u00e3o a sua primeira dezena tristonha de anos; e pois, n\u00e3o valia por t\u00e3o pouco amu\u00e1-lo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O caipira pousou a bra\u00e7ada de lenha encostada \u00e0 cerca do ro\u00e7ado; passou a perna por cima, e pulando do outro lado, as alpercatas de couro cru a pisar forte o espinharal ressequido que estralejava, entranhou-se pelo grot\u00e3o \u2014 nesses dias sem pinga d\u2019\u00e1gua \u2014 galgou a barroca fronteira e endireitou rumo da maria-preta, que abria ao morma\u00e7o crepuscular da tarde a galharada esguia, toda tostada desde a \u00e9poca da queima pelas lufadas de fogo que subiam da malhada. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ali mesmo, na bifurca\u00e7\u00e3o do tronco, assentada sobre a forquilha da \u00e1rvore, \u00e0 altura do peito, escancarava a boca negra para o nascente a casa abandonada dos cupins, onde um casal de periquitos fizera ninho essa esta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O lavrador al\u00e7ou com cautela a destra calosa, rebuscando l\u00e1 por dentro os dois borrachos. Mas tirou-a num repente, surpreendido. \u00c9 que uma picadela incisiva, dolorosa, rasgara-lhe por dois pontos, vivamente, a palma da m\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">E, enquanto olhava admirado, uma cabe\u00e7a disforme, oblonga, encimada a testa duma cruz, aparecia \u00e0 aberta do cupinzeiro, fitando-lhe, persistentes, os olhinhos redondos, onde uma chispa m\u00e1 luzia, malignamente\u2026 <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O matuto sentiu uma frialdade mortu\u00e1ria percorrendo-o ao longo da espinha. Era uma urutu, a terr\u00edvel urutu do sert\u00e3o, para a qual a mezinha dom\u00e9stica nem a dos campos possu\u00edam salva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Perdido\u2026 completamente perdido\u2026 <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O r\u00e9ptil, mostrando a l\u00edngua b\u00edfida, chispando as pupilas em c\u00f3lera, a fit\u00e1-lo amea\u00e7ador, preparava-se para novo ataque ao importuno que viera arranc\u00e1-lo da sesta; e o caboclo, voltando a si do estupor, num gesto instintivo, sacou da bainha o largo jacar\u00e9 insepar\u00e1vel, amputando-lhe a cabe\u00e7a dum golpe certeiro. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ent\u00e3o, sem vacilar, num movimento ainda mais brusco, apoiando a m\u00e3o molesta \u00e0 casca carunchosa da \u00e1rvore, decepou-a noutro golpe, cerce quase \u00e0 juntura do pulso. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">E enrolando o punho mutilado na camisola de algod\u00e3o, que foi rasgando entre dentes, saiu do cerrado, calcando duro, sobranceiro e altivo, rumo de casa, como um deus selvagem e triunfante apontando da mata companheira, mas assassina, mas perfidamente trai\u00e7oeira\u2026 <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:12px\">Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"https:\/\/www.jornalopcao.com.br\/opcao-cultural\/ninho-de-periquitos-13909\/\">https:\/\/www.jornalopcao.com.br\/opcao-cultural\/ninho-de-periquitos-13909\/<\/a>>. Acessado em: 24 de Setembro de 2012.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O conto acima aponta de forma aut\u00eantica um vocabul\u00e1rio passadista, em palavras como caipira, jacuba, cuia, cupinzeiro, roceiro, ro\u00e7a, paiol, coivara e tantas outras. Estas palavras refinam a hist\u00f3ria e elevam a narrativa de forma regionalista, centraliza sua ideia principal a ess\u00eancia do povo goiano, muitos especialistas dizem rever nesta hist\u00f3ria um atraso cultural, outros comentam que sua fonte vocabular inspirou os romances de Guimar\u00e3es Rosa, no entanto a grandiosa verdade \u00e9 narrativa, \u00e9 a fic\u00e7\u00e3o ter singularidade do campo como inspira\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O momento \u00e1pice da hist\u00f3ria \u00e9 o seu desfecho, contundente e inesperado, coloca o homem simples como guerreiro e com tentativa de sobreviv\u00eancia cortou a pr\u00f3pria m\u00e3o, seguindo firme pelo cerrado o protagonista retorna para casa, o espa\u00e7o da simplicidade, o tempo do sert\u00e3o goiano que nunca se repete, por\u00e9m se refaz a cada esta\u00e7\u00e3o do ano. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Atividades<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 1 &#8211; <\/strong>O conto regionalista de Hugo de Carvalho Ramos, vai al\u00e9m do tradicionalismo, percorre os espa\u00e7os mais simples do sert\u00e3o goiano. Voc\u00ea conhece lugares assim? Cite aqui, algumas fazendas ou s\u00edtios que voc\u00ea j\u00e1 visitou e qual regi\u00e3o de Goi\u00e1s eles pertencem? <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 2 &#8211; <\/strong>Ninho de periquitos \u00e9 um marco da literatura goiana, a obra \u00e9 tida como a primeira formadora de uma tradi\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria goiana, em que a fauna e a flora do cerrado s\u00e3o colocados como cen\u00e1rio. Fa\u00e7a um pequeno vocabul\u00e1rio das palavras que fazem rela\u00e7\u00e3o com a biodiversidade do cerrado e que est\u00e3o presentes nesta hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento:<\/strong><\/td><td>(EAJALP0661) Avaliar e recontar contos da tradi\u00e7\u00e3o oral em primeira e em terceira pessoas.\u00a0<br>(EAJALP0751) Planejar e apresentar cenas curtas dram\u00e1ticas.<br>(EAJALP0753) Planejar e contar contos da tradi\u00e7\u00e3o oral.<br>(EAJALP0754) Avaliar e recontar as apresenta\u00e7\u00f5es de textos da tradi\u00e7\u00e3o oral.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>Hugo de Carvalho Ramos recita \u201cNinho de Periquitos\u201d. Site \u201cJornal Op\u00e7\u00e3o\u201d. Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.jornalopcao.com.br\/opcao-cultural\/ninho-de-periquitos-13909\/\">https:\/\/www.jornalopcao.com.br\/opcao-cultural\/ninho-de-periquitos-13909\/<\/a>acessado em 24\/09\/2021<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":132340,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[69],"serie":[76],"eaja_componente":[77],"class_list":["post-132339","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-7a-e-8a-serie","serie-7a-serie","eaja_componente-lingua-portuguesa","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/132339","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132340"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=132339"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=132339"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=132339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}