{"id":130996,"date":"2021-08-30T06:32:00","date_gmt":"2021-08-30T09:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=130996"},"modified":"2021-10-08T09:33:23","modified_gmt":"2021-10-08T12:33:23","slug":"lingua-portuguesa-a-lenda-do-pequi","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/lingua-portuguesa-a-lenda-do-pequi\/","title":{"rendered":"L\u00edngua Portuguesa \u2013 A lenda do pequi."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\"><em>Ol\u00e1! Esta aula de&nbsp;<strong>L\u00edngua Portuguesa<\/strong>&nbsp;<\/em>\u00e9 destinada a educandos da<strong>&nbsp;6\u00aa S\u00e9rie<\/strong>&nbsp;da Eaja.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"425\" height=\"319\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Pequi-e1630240455731.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-130997\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Pequi-e1630240455731.jpg 425w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Pequi-e1630240455731-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; L\u00edngua Portuguesa \u2013 A lenda do pequi. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Pequi.jpg&gt;. Acesso em: 23 de Agosto de 2021.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">A aula de hoje abordar\u00e1 o g\u00eanero textual lenda, seus conceitos, caracter\u00edsticas. Semelhante aos demais g\u00eaneros narrativos, a lenda est\u00e1 intimamente ligada a tradi\u00e7\u00e3o oral de um povo, seus valores, cren\u00e7as e costumes. O g\u00eanero lenda busca explica\u00e7\u00f5es na natureza para dar for\u00e7a em seu enredo, seus personagens atravessam situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis e at\u00e9 mesmo heroicas, no entanto algumas narrativas apontam acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013&nbsp;&nbsp;L\u00edngua Portuguesa \u2013 A lenda do pequi.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"6\u00aa s\u00e9rie - Eaja - L\u00edngua Portuguesa - A lenda do pequi.\" width=\"1200\" height=\"900\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k6WIvxdlR-8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>6\u00aa S\u00c9RIE | Eaja |L\u00cdNGUA PORTUGUESA| PROF.\u00aa: REGINA<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>A lenda do pequi.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Hoje, iremos conhecer o g\u00eanero textual lenda, sua grandiosidade narrativa que mistura fatos reais e imagin\u00e1rios, as lendas formam um conjunto de explica\u00e7\u00f5es sobre os acontecimentos humanos, no entanto seu maior destaque est\u00e1 presente na natureza. S\u00e3o transmitidas pela oralidade de um povo respeitando suas cren\u00e7as. Misturam a hist\u00f3ria e a fantasia, v\u00e3o sendo contadas ao longo do tempo e modificadas atrav\u00e9s da imagin\u00e1rio popular.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Nesta aula vamos conhecer uma lenda do ouro do cerrado, isto mesmo, a lenda do pequi, cercada de cren\u00e7as populares o fruto do pequizeiro envolve uma bel\u00edssima hist\u00f3ria de amor. Para quem \u00e9 de Goi\u00e1s, esta fruta \u00e9 uma velha conhecida. Com safra entre outubro e janeiro, o pequi \u00e9 nativo do cerrado brasileiro, consumido largamente por todo o estado de Goi\u00e1s e nos adjacentes. De tronco tortuoso e galhos com fissuras e cristas, o pequizeiro atinge at\u00e9 10 metros de altura. A fruta apresenta as cores do Brasil, casca verde e interior amarelo, e recebeu o nome por causa dos in\u00fameros espinhos encontrados em sua polpa. Na l\u00edngua ind\u00edgena, pequi \u00e9 pele (py) e espinho (qui). Assim como sua etimologia a palavra pequi tamb\u00e9m tem sua origem lend\u00e1ria relacionada a elementos da cultura ind\u00edgena. Vamos apreciar agora a lenda do Pequi e da \u00edndia Tain\u00e1-Racan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Por Laurenice Noleto Alves&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Um jovem e formoso guerreiro de uma tribo vizinha \u2013 Malu\u00e1 -, assim que viu Tain\u00e1-Racan, sentiu forte fogo no corpo e o cora\u00e7\u00e3o saltando no peito: \u201cEla \u00e9 linda como a estrela da manh\u00e3. Hei de am\u00e1-la enquanto durar a minha vida!\u201d. Pouco tempo depois, estavam casados. A vida deles era bela e alegre como o ip\u00ea florido. Todas as manh\u00e3s, Malu\u00e1 sa\u00eda para ca\u00e7ar e pescar, enquanto Tain\u00e1-Racan sentava-se na porta de sua oca, tecendo colares e esteiras, moqueando o peixe e preparando o calugi, para ofertar ao seu amado, quando voltasse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ao seu lado, sempre se deitava um jacar\u00e9, lhe fazendo companhia e conversando, pois, nessa \u00e9poca, os bichos tamb\u00e9m falavam. O tempo foi passando\u2026. Ca\u00edram as flores. Os cajueiros arcaram de fartura e beleza seus galhos com frutos vermelhos. As castanhas escondiam-se no seio da terra boa. As cigarras enchiam as matas com sua forte sinfonia. Ap\u00f3s tr\u00eas anos de casamento, numa noite bonita, deitados numa pedra grande \u00e0 beira do rio calmo, Malu\u00e1 encostou a cabe\u00e7a no peito de Tain\u00e1-racan e apertou-a com ternura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">\u2013 Est\u00e1 triste, amado meu?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">\u2013 Sim. Voc\u00ea sabe que eu estou triste e voc\u00ea tamb\u00e9m est\u00e1. Nossa dor \u00e9 a mesma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">\u2013 Onde est\u00e1 nosso filho, que Cananxiu\u00e9 n\u00e3o quer mandar? \u2013 disse Tain\u00e1-Racan.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Malu\u00e1 alisou com carinho o ventre da formosa esposa, dizendo: \u201cE o nosso filho n\u00e3o vem\u201d, murmurou. Dois pequeninos rios de l\u00e1grimas deslizaram pelas faces coradas de Tain\u00e1-Racan. Um vento forte fez balan\u00e7ar as \u00e1rvores da floresta e arrepiou as \u00e1guas do rio. Uma nuvem escura cobriu a lua. Trov\u00f5es reboaram ao longe. Malu\u00e1 abra\u00e7ou Tain\u00e1-Racan e amou-a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">\u2013 Nosso filho vir\u00e1, sim. Cananxiu\u00e9 tamb\u00e9m o quer \u2013 disse ele.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Luas depois, quando os ip\u00eas voltaram a florir, numa madrugada alegre, nasceu Uadi, o Arco-\u00cdris. Era lindo, gordinho, tinha os olhos cor de noite estrelada, como os da m\u00e3e, e era forte como o pai. Mas havia nele algo diferente, que espantou o pai, a m\u00e3e, a tribo inteira: Uadi tinha os cabelos dourados como as flores do ip\u00ea amarelo. Ainda assim, Malu\u00e1 recebeu o nascimento do filho com alegria. E, para explicar a sua diferen\u00e7a, espalhou pela tribo que Uadi era filho de Cananxiu\u00e9. Mas os pr\u00f3prios \u00edndios de sua tribo zombavam-no, dizendo que Uadi era filho do jacar\u00e9. Alheio \u00e0s piadas maldosas, o menino crescia cheio de encanto, alegria, e com uma intelig\u00eancia incomum. Fascinava a m\u00e3e, o pai, a tribo toda. Com rapidez incr\u00edvel, aprendeu o nome das coisas e dos bichos. Com sua m\u00e3e, aprendeu a cantar as baladas tristes e alegres de seu povo. Era a alegria da tribo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Um dia, Malu\u00e1, com outros guerreiros, foi chamado para uma guerra. Os olhos pretos de Tain\u00e1-racan encheram-se de l\u00e1grimas. O rostinho alegre de Uadi se entristeceu. Nesse momento, Cananxui\u00e9, o senhor de todas as matas, de todos os animais, de todos os montes, de todas as \u00e1guas e de todas as flores, desceu do c\u00e9u sob a forma de Andrerura \u2013 a arara vermelha \u2013 e gritou um grito forte: \u201cVim buscar meu filho!\u201d, e o agarrou e o levou pelos ares. Tain\u00e1-Racan e Malu\u00e1 ca\u00edram de joelhos. O guerreiro abriu os bra\u00e7os gritando: \u201cO filho \u00e9 nosso, sua casa \u00e9 a de sua m\u00e3e, Tain\u00e1-Racan, aqui na Terra! Devolve meu filho\u201d! O grito de Malu\u00e1 ecoou pela mata, ferindo de dor o sil\u00eancio. O peito do guerreiro sofria como uma aroeira ferida pelo machado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O velho chefe guerreiro aproximou-se, bateu-lhe no ombro e bradou: \u201cMaior que sua dor \u00e9 sua honra de guerreiro e a gl\u00f3ria de nossa tribo! Cananxiu\u00e9 buscou o que voc\u00ea disse que era dele. Muitos outros filhos ele vai lhe dar. Tain\u00e1-Racan \u00e9 jovem. Voc\u00ea \u00e9 jovem. Vai, guerreiro, n\u00e3o deixe a dor matar sua coragem!\u201d Malu\u00e1 partiu. Tain\u00e1-Racan chorou tr\u00eas dias e tr\u00eas noites na sua oca. E o jacar\u00e9, seu amigo, que veio da mata ao escutar os seus gritos de dor, ficava deitado \u00e0 sua porta, dia e noite, tomando conta dela. Uma noite, o jacar\u00e9 implorou a Cananxiu\u00e9 que tivesse piedade dela, prometendo ir embora para sempre, nunca mais falar com os humanos e morar somente nas margens dos rios, se a fizesse novamente feliz. Ouvindo-o, Cananxiu\u00e9 tomou novamente o corpo de uma arara vermelha e voltou \u00e0 Terra, dizendo a Tain\u00e1-Racan:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Das suas l\u00e1grimas nascer\u00e1 uma planta, que crescer\u00e1 como uma \u00e1rvore copada. Ela dar\u00e1 flores cheirosas que as pacas, veados, capivaras e os lobos vir\u00e3o comer nas noites de luar. Depois, nascer\u00e3o frutos. Dentro da casca verde, os frutos ser\u00e3o dourados como os cabelos de Uadi. Mas a semente ser\u00e1 cheia de espinhos, como os espinhos da dor de seu cora\u00e7\u00e3o de m\u00e3e. Seu aroma ser\u00e1 t\u00e3o tentador e inesquec\u00edvel, como voc\u00ea o ser\u00e1 sempre para o seu amigo jacar\u00e9. E aquele que o provar, jamais o esquecer\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Tain\u00e1-Racan sorriu. E imediatamente viu nascer uma planta, que chamou de Tamau\u00f3. A mesma que os \u00edndios Mehinako, do Xingu, conhecem como akain; e que os homens brancos, do Norte, Nordeste e Centro-Oeste chamam de Pequi. E, quando Malu\u00e1 voltou, encontrou uma linda, grande e frondosa \u00e1rvore, cheia de frutos, chamada de pequizeiro. Ele pegou alguns no ch\u00e3o, partiu, tirou os caro\u00e7os dourados e os comeu, com farinha, junto com Tain\u00e1-racan. E depois, se amaram muito, ali mesmo \u00e0 sombra do pequizeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Assim foi que, durante muitos anos a seguir, sempre que os ip\u00eas e os cajueiros voltavam a florir nas matas e os pequizeiros tamb\u00e9m deixavam seus frutos maduros cair na terra, servindo de alimentos para todos, Tain\u00e1-Racan e Malu\u00e1 eram aben\u00e7oados com mais filhos. E, a cada filho que nascia, plantavam mais um pequizeiro. E eles tiveram muitos filhos. E viveram felizes para sempre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A lenda do pequi ressalta seus elementos m\u00e1gicos como as matas e os \u00edndios, e com um terna explica\u00e7\u00e3o descreve o fruto com suas propriedades. Sua cor, seu perfume e seus espinhos s\u00e3o explicitados na hist\u00f3ria por meio do sofrimento de uma jovem m\u00e3e que perdeu seu filho prematuramente para for\u00e7as oriundas da natureza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-vivid-green-cyan-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>ATIVIDADE&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 1 &#8211;<\/strong> ACESSE O LINK E ASSISTA AO V\u00cdDEO: Meio Ambiente por Inteiro &#8211; Pequi (17\/10\/15): <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3hh-YZLGDmk\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3hh-YZLGDmk<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Voc\u00ea observou que al\u00e9m dos valores gastron\u00f4micos o pequi apresenta uma grande diversidade de esp\u00e9cie. A presen\u00e7a do pequizeiro \u00e9 importante para garantir a sobreviv\u00eancia de muitas esp\u00e9cies vegetais e animais que s\u00e3o essenciais ao equil\u00edbrio do ecossistema na regi\u00e3o do Cerrado.&nbsp; Levando em considera\u00e7\u00e3o a lenda do pequi e as informa\u00e7\u00f5es sobre o pequi e o meio ambiente, repense: de que forma podemos juntos garantir a vida longa do pequi?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 2 &#8211; <\/strong>Fa\u00e7a a releitura da \u201cLenda do pequi\u201d mencionada acima:&nbsp; Para isso acesse o link:<a href=\"https:\/\/www.xapuri.info\/mitos-e-lendas\/lenda-do-pequi-o-fruto-do-amor-de-taina-racan-e-malua\/\">https:\/\/www.xapuri.info\/mitos-e-lendas\/lenda-do-pequi-o-fruto-do-amor-de-taina-racan-e-malua\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ap\u00f3s a leitura da lenda, observe o que havia de semelhante entre o pequi e a cria\u00e7\u00e3o de seus personagens, lembre-se de destacar os nomes ind\u00edgenas que comp\u00f5em a fam\u00edlia de Taina-Racan.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento:<\/strong><\/td><td>(EAJALP0513) Ler e relacionar textos liter\u00e1rios (contos populares, contos de terror, contos folcl\u00f3ricos goianos e lendas de outras culturas) com ilustra\u00e7\u00f5es e outros recursos gr\u00e1ficos (leitura multissemi\u00f3tica).&nbsp;<br>(EAJALP0515) Perceber e compreender os elementos das narrativas: narrador, personagem, enredo etc.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>Laurenice Noleto Alves recita \u201cA lenda do pequi\u201d. Site Xapuri Socioambiental, dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/www.xapuri.info\/mitos-e-lendas\/lenda-do-pequi-o-fruto-do-amor-de-taina-racan-e-malua\/\">https:\/\/www.xapuri.info\/mitos-e-lendas\/lenda-do-pequi-o-fruto-do-amor-de-taina-racan-e-malua\/<\/a><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":130997,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[104],"serie":[75],"eaja_componente":[77],"class_list":["post-130996","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-5a-e-6a-serie","serie-6a-serie","eaja_componente-lingua-portuguesa","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/130996","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/130997"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=130996"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=130996"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=130996"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=130996"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}