{"id":128192,"date":"2021-06-02T06:55:00","date_gmt":"2021-06-02T09:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=128192"},"modified":"2021-10-14T09:25:28","modified_gmt":"2021-10-14T12:25:28","slug":"historia-as-questoes-historicas-relativas-as-migracoes-migracoes-que-formaram-o-brasil","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/historia-as-questoes-historicas-relativas-as-migracoes-migracoes-que-formaram-o-brasil\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria &#8211; As quest\u00f5es hist\u00f3ricas relativas \u00e0s migra\u00e7\u00f5es: Migra\u00e7\u00f5es que formaram o Brasil."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-black-color has-cyan-bluish-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Ol\u00e1, educando (a)! Esta videoaula de Hist\u00f3ria foi veiculada na TV no dia 02 de Junho de 2021 (Quarta-Feira). Aqui no Portal Conex\u00e3o Escola, ela est\u00e1 dispon\u00edvel juntamente com a proposta de atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:25px\">Esta aula apresenta alguns aspectos sobre os processos migrat\u00f3rios dos grupos ind\u00edgenas, dos portugueses e dos africanos que culminaram na forma\u00e7\u00e3o do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"312\" height=\"416\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Tresracas-e1622552993751.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128194\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Tresracas-e1622552993751.jpg 312w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Tresracas-e1622552993751-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 312px) 100vw, 312px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; Hist\u00f3ria &#8211; As quest\u00f5es hist\u00f3ricas relativas \u00e0s migra\u00e7\u00f5es: Migra\u00e7\u00f5es que formaram o Brasil. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Monumento_%C3%A0s_Tr%C3%AAs_Ra%C3%A7as#\/media\/Ficheiro:Tresracas.JPG&gt;. Acesso em 05 de Abril de 2021.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013&nbsp;Hist\u00f3ria &#8211; As quest\u00f5es hist\u00f3ricas relativas \u00e0s migra\u00e7\u00f5es: Migra\u00e7\u00f5es que formaram o Brasil.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Eaja - Hist\u00f3ria - 5\u00aaS\u00e9rie - aula3\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tohiamELyZk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>5\u00aa S\u00c9RIE | Eaja |HIST\u00d3RIA | PROF.: AN\u00cdSIO FILHO<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Migra\u00e7\u00f5es que formaram o Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Voc\u00ea j\u00e1 deve ter ouvido falar que o Brasil foi formado a partir do encontro de tr\u00eas ra\u00e7as: os ind\u00edgenas, os portugueses e os africanos. Essa narrativa foi criada a partir do s\u00e9culo XIX, quando o pa\u00eds tornou-se independente e investiu na constru\u00e7\u00e3o de uma identidade para a nova na\u00e7\u00e3o. Ela ganhou for\u00e7a no in\u00edcio do s\u00e9culo XX. Alguns intelectuais desenvolveram a tese de que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds onde as ra\u00e7as convivem harmoniosamente. No final do s\u00e9culo XX, essa tese passou a ser criticada. Percebeu-se que, na verdade, houve mais um choque do que um \u201cencontro\u201d, o Brasil foi palco de formas de viol\u00eancias, ao mesmo tempo, brutais e sutis, principalmente contra africanos e ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Em todo caso, o que queremos observar \u00e9 que a presen\u00e7a desses tr\u00eas grupos nesse territ\u00f3rio \u00e9 fruto de processos migrat\u00f3rios que aconteceram em \u00e9pocas diferentes, com motiva\u00e7\u00f5es diferentes e que resultaram no surgimento de uma cultura diversa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong><em><span class=\"has-inline-color has-luminous-vivid-orange-color\">Ind\u00edgenas<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A chegada dos ind\u00edgenas a esse territ\u00f3rio \u00e9 mat\u00e9ria de discuss\u00e3o entre os cientistas. Estamos em pleno desenvolvimento de pesquisas que t\u00eam ainda muitas descobertas a serem feitas. H\u00e1 quem estabele\u00e7a a chegada dos primeiros seres humanos por aqui em 35 mil anos ou at\u00e9 50 mil anos atr\u00e1s, mas isso ainda precisa de melhor fundamenta\u00e7\u00e3o. Em aula anterior falamos das teorias sobre a chegada aqui na Am\u00e9rica dos ancestrais dos povos que os portugueses encontraram em 1500.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O fato \u00e9 que quando os portugueses chegaram aqui, encontraram esse territ\u00f3rio povoado por alguns milh\u00f5es de ind\u00edgenas. As historiadoras Lilia Schwarcz e Heloisa Starling caracterizam quatro \u00e1reas do atual territ\u00f3rio brasileiro ocupado pelos \u00edndios \u00e0s v\u00e9speras da chegada dos portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">1. A costa, o litoral, por onde os portugueses chegaram, era ocupada por uma popula\u00e7\u00e3o homog\u00eanea. De norte a sul, era habitada pelo povo tupi-guarani, composta de aproximadamente dois milh\u00f5es de indiv\u00edduos. Praticavam a pesca, a ca\u00e7a e a agricultura de coivara; tamb\u00e9m desfrutavam de recursos fluviais e mar\u00edtimos. A base alimentar era o milho e a farinha de mandioca. Eram organizados em aldeias de 500 a 2 mil pessoas que se ligavam a outros grupos por la\u00e7os consangu\u00edneos. A guerra era uma atividade importante desses povos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">2. Os campos do cerrado eram ocupados pelos povos J\u00eas, donos de uma sofisticada economia e cosmologia. Praticavam a horticultura a mil\u00eanios, desenvolviam a cer\u00e2mica desde a pr\u00e9-hist\u00f3ria. Viviam em assentamentos em forma de anel de 800 a 1500 pessoas, cultivavam milho e batata doce. Os J\u00eas s\u00e3o m\u00f3veis, t\u00eam grandes aldeias, tecnologia de subsist\u00eancia simples, adornos corporais elaborados, n\u00e3o possuem chefes supremos, mas t\u00eam estruturas de prest\u00edgio e institui\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e cerimoniais not\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">3. A regi\u00e3o do rio Xingu possu\u00eda um sistema multi\u00e9tnico e multilingu\u00edstico, mas culturalmente homog\u00eaneo. Eram sedent\u00e1rios, plantavam mandioca e pescavam. Nos s\u00e9culos XV e XVI, existia uma sociedade populacionalmente numerosa com intera\u00e7\u00e3o social, longe de ter grupos isolados. Desenvolveu-se nessa regi\u00e3o um modelo de chefia e distin\u00e7\u00e3o social onde a hierarquia se combinou com autonomia pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">4. A v\u00e1rzea do Amazonas era marcada pela ocupa\u00e7\u00e3o descont\u00ednua ao longo deste rio. O tamanho das aldeias variava, algumas chegavam a ter sete quil\u00f4metros ao longo do rio com estrutura p\u00fablica e atividades pol\u00edtico-cerimoniais. Os povos dessa regi\u00e3o praticavam a pesca e a agricultura, milho e mandioca eram os produtos principais. A cer\u00e2mica era uma atividade importante. Desenvolveram-se muitos sistemas pol\u00edticos, mas com predomin\u00e2ncia do cacicado: sistema pol\u00edtico de chefias centralizadas, em que um l\u00edder supremo tinha poderes sobre aldeias e distritos hierarquicamente subordinados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong><em>Portugueses<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Os portugueses chegaram ao Brasil em 1500. Para eles, a viagem que os trouxe at\u00e9 aqui era principalmente um empreendimento comercial. Nessa \u00e9poca, o com\u00e9rcio de especiarias do Oriente havia se tornado um neg\u00f3cio altamente lucrativo, estabelecendo-se rotas comerciais que, no entanto, eram dominadas por mul\u00e7umanos e depois passou ao controle dos turcos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Os portugueses come\u00e7aram a investir numa rota alternativa pelo mar. Passou mais de um s\u00e9culo at\u00e9 conseguir contornar a \u00c1frica e chegar \u00e0s \u00cdndias, em 1498. A expedi\u00e7\u00e3o chefiada por Pedro \u00c1lvares Cabral partiu em mar\u00e7o de 1500 com destino \u00e0s \u00cdndias e chegou em abril no local onde hoje se encontra a cidade de Porto Seguro, na Bahia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O conhecimento que os portugueses tinham do mundo era fundamentado na religi\u00e3o cat\u00f3lica da Idade M\u00e9dia. Inclusive essas viagens para terras distantes tinham tamb\u00e9m como objetivo disseminar a f\u00e9 cat\u00f3lica pelo mundo. Essa vis\u00e3o crist\u00e3 do mundo marcou o modo preconceituoso como eles interpretaram os povos que encontraram por aqui. O preconceito come\u00e7ou no nome que deram aos nativos. Como tinham partido para a \u00cdndia, chamaram o povo de \u00edndio, um nome s\u00f3 para todos os povos que existiam aqui desconsiderando a diversidade de culturas e modos de vida. O preconceito continuou: disseram que os \u00edndios eram pregui\u00e7osos, n\u00e3o obedeciam regras em seu dia a dia, n\u00e3o conheciam Deus, chegando at\u00e9 \u00e0 discuss\u00e3o sobre a humanidade dos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Os portugueses trataram de assegurar a posse da terra de acordo com as conven\u00e7\u00f5es europeias e come\u00e7aram a explora\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, objetivo principal pelo qual vieram. Permaneceram por muito tempo explorando o litoral, s\u00f3 no s\u00e9culo XVII \u00e9 que a coloniza\u00e7\u00e3o adentrou o territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong><em>Africanos<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">A migra\u00e7\u00e3o dos africanos para o Brasil foi compuls\u00f3ria. Ou seja, eles foram obrigados a deixar a \u00c1frica e virem para o Brasil. A escraviza\u00e7\u00e3o dos africanos fez surgir e movimentou uma rede de com\u00e9rcio organizada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Reinos africanos aliados dos portugueses faziam o apresamento em guerra ou emboscada dos futuros escravos. Em seguida, o cativo fazia uma extensa viagem pelo interior da \u00c1frica at\u00e9 os pontos de embarque. Os capturados ficavam amontoados em alojamentos prec\u00e1rios nos portos esperando completar a carga para a viagem, que durava de 30 a 50 dias. Luanda, Benguela, Cabinda e Ouid\u00e1 foram os principais portos de embarque no continente africano, no s\u00e9culo XVI.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Ap\u00f3s o desembarque, no Brasil, as autoridades anotavam os rec\u00e9m chegados por sexo e idade; tamb\u00e9m o n\u00famero de crias (crian\u00e7as filhos dos escravos) era anotado. Os traficantes pagavam impostos e os escravizados eram encaminhados para o local de leil\u00e3o. Se n\u00e3o houvesse clientes para o leil\u00e3o na alf\u00e2ndega seguiam para armaz\u00e9ns pr\u00f3ximos \u00e0 zona portu\u00e1ria. L\u00e1, eram maquiados, preparados para melhorar a apar\u00eancia muitas vezes abatida pela viagem, para serem vendidos. Os escravizados tamb\u00e9m eram anunciados em jornais e vendidos por pequenos comerciantes como mascates e tropeiros. No s\u00e9culo XVII, Salvador e Recife se firmaram como principais portos de desembarque, j\u00e1 no s\u00e9culo XVIII o porto do Rio de Janeiro tornou-se o principal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">Os escravizados na Am\u00e9rica falavam l\u00ednguas distintas, pois vinham de diferentes lugares e tinham culturas diversas. A venda final rompia la\u00e7os familiares e culturais, os propriet\u00e1rios preferiam formar um plantel com pessoas de diferentes origens e idiomas pois assim dificultava a comunica\u00e7\u00e3o entre eles. As pr\u00e1ticas religiosas dos escravizados eram proibidas pela igreja cat\u00f3lica. Mas os africanos fizeram uma releitura de suas religi\u00f5es na nova situa\u00e7\u00e3o que viviam. Elas foram por isso alteradas, misturadas ao catolicismo e aos cultos populares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong><em>Enfim, o Brasil!<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\">O \u201cencontro\u201d desses grupos neste territ\u00f3rio que hoje \u00e9 o Brasil resultou em exterm\u00ednio da popula\u00e7\u00e3o nativa, explora\u00e7\u00e3o extrema dos africanos e enriquecimento dos europeus. Mas, houve tamb\u00e9m o surgimento de um pa\u00eds com uma cultura bastante diversa e peculiar. O idioma portugu\u00eas foi enriquecido, a religi\u00e3o cat\u00f3lica se fundiu com as religi\u00f5es africanas e ind\u00edgenas, os tipos f\u00edsicos europeu, africano e ind\u00edgena se misturaram. Enfim,&nbsp; o Brasil!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-black-color has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"font-size:30px\"><strong>Atividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-black-color has-text-color\" style=\"font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 1 &#8211; <\/strong>Depois de ler o texto, voc\u00ea acha que aconteceu no Brasil um encontro ou um choque entre ind\u00edgenas, portugueses e africanos? Justifique sua resposta.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento:<\/strong><\/td><td>(EAJAHI0420) Reconhecer os processos migrat\u00f3rios para a forma\u00e7\u00e3o do Brasil: os grupos ind\u00edgenas, a presen\u00e7a portuguesa e a di\u00e1spora for\u00e7ada dos africanos e suas contribui\u00e7\u00f5es para a diversidade cultural brasileira.<\/td><\/tr><tr><td><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/td><td>SCHWARCZ, Lilia. STARLING, Helo\u00edsa. Brasil: uma biografia. 2. ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2015.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":128194,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[104],"serie":[74],"eaja_componente":[79],"class_list":["post-128192","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-5a-e-6a-serie","serie-5a-serie","eaja_componente-historia","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/128192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/128194"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=128192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=128192"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=128192"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=128192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}