{"id":127313,"date":"2021-04-22T07:08:00","date_gmt":"2021-04-22T10:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=127313"},"modified":"2021-10-14T09:27:57","modified_gmt":"2021-10-14T12:27:57","slug":"historia-o-nascimento-da-republica-no-brasil-e-os-processos-historicos-ate-a-metade-do-seculo-xx-a-escravidao-acabou-e-agora","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/historia-o-nascimento-da-republica-no-brasil-e-os-processos-historicos-ate-a-metade-do-seculo-xx-a-escravidao-acabou-e-agora\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria &#8211; O nascimento da Rep\u00fablica no Brasil e os processos hist\u00f3ricos at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XX: A escravid\u00e3o acabou, e agora?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-very-light-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Ol\u00e1, educando (a)! Esta videoaula de Hist\u00f3ria foi veiculada na TV no dia 22 de Abril de 2021 (Quinta-Feira). Aqui no Portal Conex\u00e3o Escola, ela est\u00e1 dispon\u00edvel juntamente com a proposta de atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Esta aula discute a a\u00e7\u00e3o do Estado brasileiro com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o negra no p\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o, abordando temas como o incentivo \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o europeia, a lei de terras, as teorias racistas e os movimentos de resist\u00eancia negra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-1024x682.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127315\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-300x200.jpg 300w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-768x511.jpg 768w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-1536x1022.jpg 1536w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/M\u00e3es_de_jovens_mortos_protestam_contra_viol\u00eancia_policial-scaled-e1618927993705-2048x1363.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; O nascimento da Rep\u00fablica no Brasil e os processos hist\u00f3ricos at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XX: A escravid\u00e3o acabou, e agora? Foto: Rio de Janeiro &#8211; M\u00e3es e familiares de jovens negros mortos por policiais protestam contra a viol\u00eancia com ativistas da Anistia Internacional em frente \u00e0 Igreja da Candel\u00e1ria (Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil). Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/cutt.ly\/CljtnNb&gt;.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013 O nascimento da Rep\u00fablica no Brasil e os processos hist\u00f3ricos at\u00e9 a metade do s\u00e9culo XX: A escravid\u00e3o acabou, e agora?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Eaja Hist 8\u00aaS\u00e9rie aula2 - A Escravid\u00e3o Acabou, e Agora?\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wHQtbqMBN6Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>8\u00aa S\u00c9RIE | Eaja |HIST\u00d3RIA | PROF.: AN\u00cdSIO FILHO<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>A escravid\u00e3o acabou, e agora?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Na atividade sobre a Proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, vimos que ela aconteceu sem a participa\u00e7\u00e3o popular. Essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi um dado epis\u00f3dico mas tornou-se um tra\u00e7o marcante da nossa Rep\u00fablica. Talvez o melhor exemplo seja a trajet\u00f3ria do povo negro. Voc\u00ea sabe o que aconteceu com essa popula\u00e7\u00e3o depois da Aboli\u00e7\u00e3o da escravid\u00e3o? Para importantes estudiosos da sociedade brasileira, o modo como os negros foram tratados no p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o \u00e9 um fato decisivo para os principais problemas sociais que temos hoje. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Imagine s\u00f3! O escravo n\u00e3o tinha uma remunera\u00e7\u00e3o pelo seu trabalho, ent\u00e3o era muito comum ele chegar ao final da vida sem ter nenhum patrim\u00f4nio. Agora, pense nessa situa\u00e7\u00e3o para os escravos que foram libertos pela lei \u00e1urea! Com o fim da escravid\u00e3o ele era juridicamente livre, mas n\u00e3o tinha nenhum patrim\u00f4nio para come\u00e7ar a sua vida. Viver aonde? Trabalhar como? Fazendo o que? Onde arranjar um peda\u00e7o de terra para plantar? A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era boa. O Estado formalizou a liberdade, mas sem pensar numa pol\u00edtica que desse ao ex-escravo o suporte necess\u00e1rio para ele viver a vida livre. A popula\u00e7\u00e3o negra foi abandonada \u00e0 pr\u00f3pria sorte depois da Aboli\u00e7\u00e3o, para entender em que sentido \u00e9 preciso entender o papel do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong>Entender o papel do Estado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">O Estado, com E mai\u00fasculo, \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o que caracteriza a forma de organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que temos. Basicamente, ele \u00e9 um poder centralizado, institu\u00eddo para administrar a vida das pessoas num determinado territ\u00f3rio. Para que voc\u00ea entenda melhor, vamos chamar o Estado de governo, embora o Estado seja mais do que apenas o governo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Pois bem, vivemos num territ\u00f3rio chamado Brasil e nele temos um governo &#8211; um Estado. Este governo \u00e9 o respons\u00e1vel por criar as condi\u00e7\u00f5es estruturais para a vida dos indiv\u00edduos &#8211; transportes, seguran\u00e7a, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade, trabalho, etc. Disso resulta que as a\u00e7\u00f5es do governo interferem diretamente na prosperidade ou n\u00e3o de cada pessoa. Isso quer dizer que tem coisas que para uma pessoa conseguir depende unicamente do seu esfor\u00e7o e capacidade, mas tem coisas que por mais que a pessoa se esforce, por mais que ela seja capaz, n\u00e3o vai conseguir pois dependem de for\u00e7as que est\u00e3o muito al\u00e9m das suas. Por exemplo, tirar uma nota boa no enem e entrar na universidade depende do esfor\u00e7o individual e dedica\u00e7\u00e3o nos estudos; agora, criar as condi\u00e7\u00f5es para ter tempo de estudar nem sempre depende do indiv\u00edduo e criar vagas em universidades \u00e9 algo que depende da a\u00e7\u00e3o do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong>&nbsp;A\u00e7\u00e3o do Estado brasileiro no p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Por que dizer que o negro foi abandonado \u00e0 pr\u00f3pria sorte? Porque n\u00e3o houve nenhuma a\u00e7\u00e3o do Estado que lhe proporcionasse alguma assist\u00eancia. Pelo contr\u00e1rio, a pol\u00edtica adotada pelo Estado foi para resolver o problema dos ex-senhores de escravos: a substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra. O Estado investiu num amplo projeto de incentivo de imigra\u00e7\u00e3o de europeus. Milhares de italianos, alem\u00e3es, espanh\u00f3is, etc., vieram para o Brasil em busca de oportunidades de trabalho na lavoura do caf\u00e9 e a promessa de poder comprar o seu peda\u00e7o de terra. Essa a\u00e7\u00e3o criou para o negro ex-escravo uma situa\u00e7\u00e3o perversa, pois ele foi obrigado a competir com o imigrante europeu muito mais acostumado a t\u00e9cnicas de trabalho mais modernas na agricultura de ent\u00e3o e \u00e0s rela\u00e7\u00f5es do mundo capitalista que se iniciavam no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">E o peso principal na competi\u00e7\u00e3o com o europeu nem era esse; o peso maior era o preconceito. No final do s\u00e9culo XIX, na Europa, desenvolveu-se teorias cient\u00edficas racistas. Ou seja, teorias que afirmavam a exist\u00eancia de diferentes ra\u00e7as humanas e que havia ra\u00e7as superiores e outras inferiores. Essas ideias foram desenvolvidas a partir de teses da biologia. A ra\u00e7a branca, europeia, era considerada superior e a negra era uma das mais inferiores. Muitos intelectuais, no Brasil, adotaram essas ideias para pensar os projetos de desenvolvimento do pa\u00eds. A pol\u00edtica de incentivar a vinda de imigrantes europeus estava baseada nelas. Com tal pol\u00edtica visava n\u00e3o s\u00f3 ter m\u00e3o de obra, mas tamb\u00e9m \u201cembranquecer\u201d a popula\u00e7\u00e3o, ou seja, com o tempo, a miscigena\u00e7\u00e3o faria a popula\u00e7\u00e3o de pele negra diminuir. Em fun\u00e7\u00e3o do enorme preconceito contido nessas ideias, o imigrante europeu era preferido quando algu\u00e9m ia contratar um trabalhador, o negro era deixado de lado. Jess\u00e9 Souza, um dos grandes soci\u00f3logos brasileiros, diz que a escravid\u00e3o \u00e9 a institui\u00e7\u00e3o definidora da sociedade que temos hoje, o abandono da popula\u00e7\u00e3o negra depois da Aboli\u00e7\u00e3o \u00e9 o respons\u00e1vel pelo surgimento de uma classe que ele provocativamente chama de ral\u00e9 brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Essa situa\u00e7\u00e3o dificultava a vida do negro na cidade, restou para ele acomodar-se nas periferias ou procurar vida melhor no campo. Entretanto, a a\u00e7\u00e3o do Estado no campo tamb\u00e9m foi no sentido de excluir o negro. Desde que se tornou um pa\u00eds independente, em 1822, o Brasil ficou sem uma legisla\u00e7\u00e3o que regulamentasse a distribui\u00e7\u00e3o de terras. S\u00f3 em 1850 foi promulgada uma lei neste sentido, a lei 601 \u2013 que ficou conhecida como lei de terras. Ela estabeleceu a figura do propriet\u00e1rio de terra, para ser propriet\u00e1rio era preciso compr\u00e1-la. Ou seja, a partir de ent\u00e3o a terra tornou-se uma mercadoria que seria adquirida com dinheiro. Isso fazia com que uma parcela consider\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o tivesse acesso \u00e0 propriedade da terra, principalmente os negros, escravos ou libertos, eram desprovidos de condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Para Jos\u00e9 de Souza Martins, outro grande soci\u00f3logo brasileiro, essa lei representou uma forma de o Estado manter o controle sobre o homem livre, agora era a terra que seria cativa. Para Martins, \u201co cativeiro da terra\u201d \u00e9 a matriz estrutural e hist\u00f3rica da sociedade brasileira. Ou seja, distribuir propriedades por meio da venda gerou um modelo econ\u00f4mico baseado na concentra\u00e7\u00e3o da terra \u2013 uma pessoa pode ser dona de grandes extens\u00f5es &#8211; o que adiou indefinidamente a ascens\u00e3o social dos condenados \u00e0 servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Abandonados pelo Estado, homens e mulheres negros e negras reuniram-se para lutar coletivamente contra a discrimina\u00e7\u00e3o racial. No per\u00edodo p\u00f3s-Aboli\u00e7\u00e3o, em S\u00e3o Paulo, intensificou-se a produ\u00e7\u00e3o de jornais e revistas que ficaram conhecidos como imprensa negra paulista. Essa imprensa foi produzida por associa\u00e7\u00f5es que atuavam como gr\u00eamios recreativos, clubes dan\u00e7antes, esportivos, dram\u00e1ticos, liter\u00e1rios ou carnavalescos. Em 1931, foi criada em S\u00e3o Paulo, a Frente Negra Brasileira com um programa de luta que visava conquistar para o negro posi\u00e7\u00f5es em todos os setores da sociedade brasileira. Essa organiza\u00e7\u00e3o expandiu-se para outros estados e desenvolveu um trabalho socioeducativo e cultural. A Frente Negra chegou a tornar-se um partido pol\u00edtico em 1936 e foi a base dos movimentos negros atuais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">A instaura\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, em 1889, n\u00e3o representou mudan\u00e7a significativa com rela\u00e7\u00e3o aos negros. A participa\u00e7\u00e3o do negro na pol\u00edtica s\u00f3 aconteceu pela organiza\u00e7\u00e3o, disposi\u00e7\u00e3o para a luta e persist\u00eancia do pr\u00f3prio negro. Se esse grupo possui um espa\u00e7o em nossa rep\u00fablica, ele foi conquistado por essa luta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>Atividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 1 &#8211;<\/strong> A cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas para a popula\u00e7\u00e3o negra \u00e9 um tema pol\u00eamico at\u00e9 hoje. A partir da leitura do texto acima, elabore um par\u00e1grafo se posicionando sobre esta quest\u00e3o &#8211; seria interessante buscar outros textos sobre o assunto para formar sua opini\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento<\/strong><\/td><td>(EAJAHI0805) Identificar os mecanismos de inser\u00e7\u00e3o, ou n\u00e3o, dos negros na sociedade brasileira p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o e avaliar os seus resultados.<br>(EAJAHI0806) Relacionar a Lei de Terras de 1850 e seus desdobramentos com a organiza\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria do Brasil e sua influ\u00eancia sobre a inser\u00e7\u00e3o do negro na sociedade.<br>(EAJAHI0807) Discutir a influ\u00eancia das teorias raciais e eug\u00eanicas sobre o processo de inser\u00e7\u00e3o dos negros no Brasil e sua rela\u00e7\u00e3o com o processo de substitui\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra e incentivo \u00e0 imigra\u00e7\u00e3o.(EAJAHI0809) Identificar os principais movimentos de resist\u00eancia negra no in\u00edcio do s\u00e9culo XX como forma de luta contra a discrimina\u00e7\u00e3o racial.(EAJAHI0810) Compreender o papel desempenhado pela imprensa negra como uma forma de luta e supera\u00e7\u00e3o das discrimina\u00e7\u00f5es.<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/td><td>IMPRENSA negra paulista. Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/biton.uspnet.usp.br\/imprensanegra\/&gt; Acesso em 22 de fevereiro de 2021.<br>LEITE, Carlos Roberto Saraiva da Costa. A Frente Negra Brasileira. Publicado em 14\/12\/2017. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/cutt.ly\/1lhqDqy&gt; Acesso em 22 de fevereiro de 2021.<br>MARTINS, Jos\u00e9 de Souza. O cativeiro da terra. 9. ed. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2010.SOUZA, Jess\u00e9. A elite do atraso: da escravid\u00e3o \u00e0 Lava Jato. Rio de Janeiro: Leya, 2017.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":127315,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[69],"serie":[100],"eaja_componente":[79],"class_list":["post-127313","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-7a-e-8a-serie","serie-8a-serie","eaja_componente-historia","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/127313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/127315"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=127313"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=127313"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=127313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}