{"id":127306,"date":"2021-04-21T06:55:00","date_gmt":"2021-04-21T09:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/?post_type=eaja&#038;p=127306"},"modified":"2021-10-14T09:29:12","modified_gmt":"2021-10-14T12:29:12","slug":"historia-registros-da-historia-linguagens-e-culturas","status":"publish","type":"eaja","link":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/eaja\/historia-registros-da-historia-linguagens-e-culturas\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria &#8211; Registros da hist\u00f3ria: linguagens e culturas."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-very-light-gray-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Ol\u00e1, educando (a)! Esta videoaula de Hist\u00f3ria foi veiculada na TV no dia 21 de Abril de 2021 (Quarta-Feira). Aqui no Portal Conex\u00e3o Escola, ela est\u00e1 dispon\u00edvel juntamente com a proposta de atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Esta aula procura, por meio de exemplos, diferenciar mem\u00f3ria individual, mem\u00f3ria coletiva e mem\u00f3ria hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"679\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/800px-Bandeirante-e1618923587469-679x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127307\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/800px-Bandeirante-e1618923587469-679x1024.jpg 679w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/800px-Bandeirante-e1618923587469-199x300.jpg 199w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/800px-Bandeirante-e1618923587469-768x1159.jpg 768w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/800px-Bandeirante-e1618923587469.jpg 800w\" sizes=\"(max-width: 679px) 100vw, 679px\" \/><figcaption>Tem\u00e1tica &#8211; Registros da hist\u00f3ria: linguagens e culturas. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/cutt.ly\/xzQPKtW&gt;.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>Assista a videoaula abaixo, com a tem\u00e1tica \u2013&nbsp;&nbsp;Hist\u00f3ria &#8211; Registros da hist\u00f3ria: linguagens e culturas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe title=\"Eaja Hist 5\u00aaS\u00e9rie aula2 - Como Era Bom Aquele Tempo\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/73PogdFybHk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>5\u00aa S\u00c9RIE | Eaja |HIST\u00d3RIA | PROF.: AN\u00cdSIO FILHO<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>Como era bom aquele tempo!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Imagina se, de repente, voc\u00ea perdesse a mem\u00f3ria! N\u00e3o lembrasse mais de absolutamente nada! Nessas condi\u00e7\u00f5es, se te perguntassem sobre o lugar onde voc\u00ea est\u00e1, o que est\u00e1 fazendo, para onde vai quando sair da\u00ed, quem s\u00e3o seus parentes (pai, m\u00e3e, irm\u00e3o, c\u00f4njuge\u2026), voc\u00ea n\u00e3o saberia responder. N\u00e3o saberia nem mesmo quem \u00e9 voc\u00ea. A mem\u00f3ria \u00e9 um elemento que constitui nossa identidade, tanto individual quanto coletiva. \u00c9 uma forma de lidarmos com o passado, por isso \u00e9 um tema importante para a hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong>Mem\u00f3ria individual<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">O professor e historiador Leandro Karnal cria uma historinha que ilustra bem o fen\u00f4meno da mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">\u201cImaginemos uma menina de 15 anos que esteja no seu baile de debutantes (ser\u00e1 que ainda existem no s\u00e9culo XXI?). Vestida de branco, emocionada, ela vive um momento muito especial. M\u00fasica, amigas, um poss\u00edvel namorado, comida e muitos fatos para guardar e comentar. A festa \u00e9 densamente fotografada e filmada. Passados dez anos, nossa protagonista ficcional chegou aos 25. Ela olha os filmes e as fotos e pode vir a considerar tudo de extremo mau gosto. Abrindo o \u00e1lbum em meio a suspiros, poderia dizer: \u2018Por que n\u00e3o fiz uma viagem com esse dinheiro?\u2019. Passado mais meio s\u00e9culo do baile, eis nossa personagem aos 65 anos. J\u00e1 de cabelos brancos, ela abre o \u00e1lbum amarelado e comenta com seus netos: \u2018Olhem como eu era bonita! Que noite maravilhosa foi aquela!\u2019\u201d (KARNAL, 2007, p. 7-8).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Com esse exemplo, Karnal chama aten\u00e7\u00e3o de um fato. Houve um acontecimento: o baile de debutantes. Mas a mem\u00f3ria para ele vai se transformando conforme a realidade do presente traz novas reflex\u00f5es e imperativos. Essa \u00e9 uma caracter\u00edstica importante da forma como a mem\u00f3ria lida com o passado, nela est\u00e3o em jogo significados constru\u00eddos sobre os acontecimentos. Esses significados mudam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong>Mem\u00f3ria coletiva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">O exemplo anterior nos fala da mem\u00f3ria de cada um individualmente. Mas tamb\u00e9m temos a mem\u00f3ria coletiva que \u00e9 compartilhada por um grupo &#8211; a sociedade brasileira, por exemplo. Essa mem\u00f3ria coletiva nos informa que somos brasileiros e nos diz o que \u00e9 o Brasil. Assim como o \u00e1lbum de fotografia \u00e9 um suporte que ajuda uma pessoa a lembrar o seu passado, a mem\u00f3ria coletiva nos \u00e9 lembrada pelos monumentos hist\u00f3ricos, est\u00e1tuas, bustos, edif\u00edcios p\u00fablicos, museus, arquivos p\u00fablicos, nomes de ruas, pra\u00e7as, narrativas dos her\u00f3is nacionais, etc.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Na mem\u00f3ria coletiva, a constru\u00e7\u00e3o de significados sobre os acontecimentos \u00e9 bem mais complexa, est\u00e1 ligada \u00e0s lutas pol\u00edticas, sociais e culturais entre os diversos grupos sociais. Vamos falar isso atrav\u00e9s de um exemplo. No final de maio de 2020, nos Estados Unidos, um policial assassinou George Floyd, um homem negro, numa abordagem. Esse fato provocou uma onda de manifesta\u00e7\u00f5es contra o racismo mundo a fora, os manifestantes elegeram como alvo est\u00e1tuas de pessoas que, no passado, colaboraram com a escravid\u00e3o. No dia 29 de junho de 2020 o jornal Correio do Povo, de Porto Alegre, publicou em sua p\u00e1gina na internet um texto do jornalista Carlos Corr\u00eaa sobre a derrubada da est\u00e1tua de um traficante de escravos em Bristol, Inglaterra. Carlos Corr\u00eaa escreve:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">\u201cMal sabia, mas no long\u00ednquo 13 de novembro de 1895, John Cassidy daria um passo importante para entrar na hist\u00f3ria, ainda que como coadjuvante. Naquele dia, o artista irland\u00eas finalizava mais uma de suas esculturas, dessa vez homenageando o comerciante, filantropo e pol\u00edtico ingl\u00eas Edward Colston, falecido mais de um s\u00e9culo antes, em 1721. Feita em bronze\u2026 em sua placa principal, dizia: \u2018Erguida pelos cidad\u00e3os de Bristol como um memorial de um dos mais s\u00e1bios e virtuosos filhos da cidade\u2019. S\u00f3 faltou contar que Colston tamb\u00e9m tinha um lado bem menos popular: era traficante de escravos. A repara\u00e7\u00e3o, que nunca veio por meios legais, acabou acontecendo exatos 45.497 dias depois quando, em 7 de junho [de 2020], manifestantes que protestavam contra o racismo e a viol\u00eancia policial contra negros derrubaram o monumento e o arrastaram pelas ruas da cidade antes de jog\u00e1-lo no fundo do rio\u2026\u201d (CORREA, 2020).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Veja s\u00f3 o que ele diz. Edward Colston morreu em 1721, em 1895 foi erguida uma est\u00e1tua em sua homenagem pelos cidad\u00e3os de Bristol, em 2020 esta mesma est\u00e1tua foi derrubada e jogada no rio tamb\u00e9m pelos cidad\u00e3os de Bristol. Veja que houve uma mudan\u00e7a de significado sobre a figura de Colston. Em 1895 ele era considerado \u201cum dos mais s\u00e1bios e virtuosos filhos da cidade\u201d e em 2020 foi lembrado como um traficante de escravos. Essa mudan\u00e7a vincula-se \u00e0s lutas pol\u00edticas da sociedade. O per\u00edodo em que foi erguida a est\u00e1tua era um momento de supremacia da ra\u00e7a branca, inclusive circulava pela Europa teorias cient\u00edficas racistas que afirmavam a superioridade dessa ra\u00e7a, ter sido traficante de escravo naquela \u00e9poca n\u00e3o era nada demais. Passado mais de um s\u00e9culo, as teorias racistas foram superadas e a escraviza\u00e7\u00e3o do povo negro foi tornando-se algo inaceit\u00e1vel, a organiza\u00e7\u00e3o e a luta dos negros contra o racismo avan\u00e7ou conquistando espa\u00e7o pol\u00edtico. Nesse cen\u00e1rio, ter sido um traficante de escravos \u00e9 inadmiss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">E por que atacar as est\u00e1tuas? O que elas t\u00eam a ver com o racismo? Justamente pelo valor simb\u00f3lico, por serem um instrumento que nos ajudam a lembrar o passado. Manter uma est\u00e1tua de um traficante de escravos \u00e9 perpetuar a mem\u00f3ria da escravid\u00e3o e isso significa manter a legitimidade do racismo. As manifesta\u00e7\u00f5es de 2020 nos lembraram da import\u00e2ncia que tem os monumentos, est\u00e1tuas, nomes de rua, museus, etc.: s\u00e3o meios que mant\u00eam a mem\u00f3ria do grupo e ela nunca \u00e9 neutra, sempre est\u00e1 relacionada com as lutas pela supremacia na sociedade. Por isso as sociedades est\u00e3o o tempo todo redefinindo o que ser\u00e1 lembrado e o que ser\u00e1 esquecido. Essas mudan\u00e7as de significados dos acontecimentos e dos personagens do passado comp\u00f5em o que chamamos de mem\u00f3ria hist\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" style=\"font-size:28px\"><strong>Est\u00e1tuas em Goi\u00e2nia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Dito isso, vamos pensar um pouco sobre nossas est\u00e1tuas? Num dos pontos mais importantes de Goi\u00e2nia, o cruzamento da avenida Anhanguera com a avenida Goi\u00e1s, temos um monumento, uma est\u00e1tua. Quem est\u00e1 representado nela? Quando foi constru\u00edda?<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-127308\" srcset=\"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967-768x1024.jpg 768w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967-225x300.jpg 225w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/Munumento_Anhanguera_Goi\u00e2nia_Brasil-scaled-e1618924063967.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/commons.wikimedia.org\/wiki\/File:Munumento_Anhanguera_(Goi%C3%A2nia,_Brasil).jpg&gt;.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">\u00c9 uma est\u00e1tua que representa o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, considerado o descobridor do ouro em Goi\u00e1s. Essa est\u00e1tua foi constru\u00edda em 1942. A figura do bandeirante \u00e9 um exemplo de constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Os bandeirantes s\u00e3o considerados her\u00f3is conquistadores do territ\u00f3rio, desbravadores. Mas voc\u00ea sabia que at\u00e9 o final do s\u00e9culo XIX eles n\u00e3o eram personagens importantes da hist\u00f3ria brasileira? E nem mesmo o nome \u201cbandeirante\u201d era difundido? \u00c9 no s\u00e9culo XX que se constr\u00f3i a imagem dos bandeirantes que conhecemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">O que aconteceu para que houvesse essa mudan\u00e7a na figura dos bandeirantes? Isso tem a ver com a ascens\u00e3o econ\u00f4mica de S\u00e3o Paulo, que se tornou um estado importante a partir do s\u00e9culo XIX. O estado come\u00e7ou um investimento na constru\u00e7\u00e3o de uma narrativa que valorizava os feitos dos sertanistas, transformados em bandeirantes. No in\u00edcio do s\u00e9culo XX, entrou em cena um personagem importante: o diretor do Museu Paulista Affonso Taunay. Com base nas pesquisas que fazia, Taunay encomendou v\u00e1rias obras de arte, como pinturas e est\u00e1tuas, que criaram essa imagem que conhecemos hoje e podemos ver atrav\u00e9s do bandeirante no centro de Goi\u00e2nia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Mas por que criar a imagem dos bandeirantes como her\u00f3is? Voc\u00ea sabe que os bandeirantes sa\u00edram de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o \u00e9. Isso tem a ver com o projeto pol\u00edtico do estado. Para ser politicamente forte, era preciso ter uma narrativa que valorizasse os feitos daquele estado, que mostrasse a grandeza e o valor dos paulistas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\">Na onda de protestos de 2020, os manifestantes protestaram contra as est\u00e1tuas dos bandeirantes porque eles escravizaram ind\u00edgenas. Percebe o quanto a mem\u00f3ria coletiva est\u00e1 associada com as lutas pol\u00edticas?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-pale-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\" style=\"color:#000000;font-size:30px\"><strong>Atividade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color\" style=\"color:#000000;font-size:25px\"><strong>Quest\u00e3o 1 &#8211;<\/strong> Fa\u00e7a uma lista dos monumentos p\u00fablicos de sua cidade: est\u00e1tuas, bustos, obeliscos, etc. Identifique quem s\u00e3o os homenageados por eles. Escolha o monumento que voc\u00ea achou mais interessante e fa\u00e7a uma pesquisa. Procure informa\u00e7\u00f5es sobre o monumento e sobre o homenageado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento<\/strong><\/td><td>(EAJAHI0508) Compreender o conceito de Mem\u00f3ria (individual, coletiva e hist\u00f3rica).<\/td><\/tr><tr><td class=\"has-text-align-center\" data-align=\"center\"><strong>Refer\u00eancias&nbsp;<\/strong><\/td><td>CORREA, Carlos. Derrubada de est\u00e1tuas de figuras da escravid\u00e3o provoca debate sobre reescrever o passado. Publicado em 29 de junho de 2020. Dispon\u00edvel em &lt;<a href=\"https:\/\/cutt.ly\/olbm3FV\">https:\/\/cutt.ly\/olbm3FV<\/a>&gt; Acesso em 17 de fevereiro de 2021.<br>KARNAL, Leandro (org.). <em>Hist\u00f3ria na sala de aula<\/em>: conceitos, pr\u00e1ticas e propostas. 5.ed. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2007.<br>VEIGA, Edison. Como os bandeirantes, cujas homenagens hoje s\u00e3o questionadas, foram al\u00e7ados a &#8216;her\u00f3is paulistas&#8217;. Publicado em 20 de junho de 2020. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/cutt.ly\/qzYRDS4&gt; Acesso em 11 de mar\u00e7o de 2021.&nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"author":20,"featured_media":127307,"template":"","meta":{"_acf_changed":false,"ocean_post_layout":"","ocean_both_sidebars_style":"","ocean_both_sidebars_content_width":0,"ocean_both_sidebars_sidebars_width":0,"ocean_sidebar":"","ocean_second_sidebar":"","ocean_disable_margins":"enable","ocean_add_body_class":"","ocean_shortcode_before_top_bar":"","ocean_shortcode_after_top_bar":"","ocean_shortcode_before_header":"","ocean_shortcode_after_header":"","ocean_has_shortcode":"","ocean_shortcode_after_title":"","ocean_shortcode_before_footer_widgets":"","ocean_shortcode_after_footer_widgets":"","ocean_shortcode_before_footer_bottom":"","ocean_shortcode_after_footer_bottom":"","ocean_display_top_bar":"default","ocean_display_header":"default","ocean_header_style":"","ocean_center_header_left_menu":"","ocean_custom_header_template":"","ocean_custom_logo":0,"ocean_custom_retina_logo":0,"ocean_custom_logo_max_width":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_width":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_width":0,"ocean_custom_logo_max_height":0,"ocean_custom_logo_tablet_max_height":0,"ocean_custom_logo_mobile_max_height":0,"ocean_header_custom_menu":"","ocean_menu_typo_font_family":"","ocean_menu_typo_font_subset":"","ocean_menu_typo_font_size":0,"ocean_menu_typo_font_size_tablet":0,"ocean_menu_typo_font_size_mobile":0,"ocean_menu_typo_font_size_unit":"px","ocean_menu_typo_font_weight":"","ocean_menu_typo_font_weight_tablet":"","ocean_menu_typo_font_weight_mobile":"","ocean_menu_typo_transform":"","ocean_menu_typo_transform_tablet":"","ocean_menu_typo_transform_mobile":"","ocean_menu_typo_line_height":0,"ocean_menu_typo_line_height_tablet":0,"ocean_menu_typo_line_height_mobile":0,"ocean_menu_typo_line_height_unit":"","ocean_menu_typo_spacing":0,"ocean_menu_typo_spacing_tablet":0,"ocean_menu_typo_spacing_mobile":0,"ocean_menu_typo_spacing_unit":"","ocean_menu_link_color":"","ocean_menu_link_color_hover":"","ocean_menu_link_color_active":"","ocean_menu_link_background":"","ocean_menu_link_hover_background":"","ocean_menu_link_active_background":"","ocean_menu_social_links_bg":"","ocean_menu_social_hover_links_bg":"","ocean_menu_social_links_color":"","ocean_menu_social_hover_links_color":"","ocean_disable_title":"default","ocean_disable_heading":"default","ocean_post_title":"","ocean_post_subheading":"","ocean_post_title_style":"","ocean_post_title_background_color":"","ocean_post_title_background":0,"ocean_post_title_bg_image_position":"","ocean_post_title_bg_image_attachment":"","ocean_post_title_bg_image_repeat":"","ocean_post_title_bg_image_size":"","ocean_post_title_height":0,"ocean_post_title_bg_overlay":0.5,"ocean_post_title_bg_overlay_color":"","ocean_disable_breadcrumbs":"default","ocean_breadcrumbs_color":"","ocean_breadcrumbs_separator_color":"","ocean_breadcrumbs_links_color":"","ocean_breadcrumbs_links_hover_color":"","ocean_display_footer_widgets":"default","ocean_display_footer_bottom":"default","ocean_custom_footer_template":""},"eaja_categoria":[104],"serie":[74],"eaja_componente":[79],"class_list":["post-127306","eaja","type-eaja","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","eaja_categoria-2o-segmento-5a-e-6a-serie","serie-5a-serie","eaja_componente-historia","entry","has-media"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja\/127306","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja"}],"about":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/types\/eaja"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/users\/20"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media\/127307"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127306"}],"wp:term":[{"taxonomy":"eaja_categoria","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_categoria?post=127306"},{"taxonomy":"serie","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/serie?post=127306"},{"taxonomy":"eaja_componente","embeddable":true,"href":"https:\/\/sme.goiania.go.gov.br\/conexaoescola\/wp-json\/wp\/v2\/eaja_componente?post=127306"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}